Não culpem os jogos pelos seus erros

jogos escola

É muito fácil apontar várias causas ou culpados quando acontece alguma coisa. Mas, já pararam pra pensar se, de fato isso realmente condiz com o ocorrido? Mais uma vez somos alvo de críticas no que diz respeito a tragédias ou atentados em escolas. E toda vez que acontece algo assim, insistem em culpar os jogos, incitando que influencia no comportamento psicológico dos jovens.

Pela milésima vez, não culpem os jogos pelos seus erros, não são os jogos que vão infectar os jovens como muitos andam dizendo, muito pelo contrário. Em pleno ano de 2019, quando estamos embalados na onda dos esportes eletrônicos. Continuar insistindo de que os jogos são uma das causas para atrocidades sem precedentes chega a ser ridículo. Atualmente, o mercado de games no Brasil movimentou cerca de US$ 1,5 bilhão, em meio a diversas crises econômicas. Dá pra acreditar? Os jogos são o produto que mais conseguiu se sobressair perante a uma crise dentro do país.


Jogos ajudando jovens na educação

Recentemente tenho dado uma lida na internet a respeito de conteúdos relacionados a jogos e educação, e encontrei uma matéria super interessante, intitulada de “Professor de Informática incentiva alunos de periferia a jogar e conhecer os esports“. A maneira como os jogos podem mudar a vida das pessoas para melhor é algo visível e gratificante. Hoje, existem escolas que oferecem cursos extras para os alunos aprenderem a jogar League of Legends e conhecer os esports. Além disso, torneios universitários, não só no Brasil mas pelo mundo também são uma realidade grande, e hoje são exibidos na televisão.


Pessoas que superaram a depressão nos jogos

Alexandre Borba, conhecido como Gaules pela comunidade de Counter Strike, foi ex-jogador e treinador do cenário competitivo. Em 2017 passou por um momento bastante conturbado em sua vida, tanto na carreira quanto pessoal. O mesmo chegou a cogitar o suicídio como forma de resolver o problema, de que nada fazia mais sentido para o mesmo. Mas, em 2018 ele conseguiu se reerguer de uma forma meteórica. Com o apoio da Tribo, como é chamada a fã-base do streamer, Gaules começou a se dedicar a criação de conteudo. Com a ajuda de ex-companheiros do time G3X, a tribo foi crescendo de forma surpreendente. Resultado disso: em Fevereiro de 2019, o Gaules se tornou um dos streamer mais assistido na Twitch. Além disso, conseguiu alcançar a marca de 100.000 espectadores durante a partida entre MIBR contra Renegades e quase 150.000 no confronto dos brasileiros contra a Astralis, no dia seguinte.


Sendo assim, faço um adento com relação a influência dos jogos: o problema não está neles, e sim nas pessoas. Procurem ajudar psicologicamente, entender o que passa nas pessoas, mas não culpem os jogos. Tudo isso pode ser evitado se houver acompanhamento.

Disney | Os 90 anos Mickey Mouse e sua influência mundial

Chegar aos 90 anos sem perder sua popularidade não é para qualquer um, mas estamos falando de Mickey Mouse. O lendário ratinho criado foi por Walt Disney fez a sua estréia em 18 de novembro de 1928. No entanto, antes de ficar conhecido como Mickey, seu criador o chamava de Mortimer. Consequentemente, graças a Lilliam, esposa de Walt Disney, o famoso camundongo ganhou o nome que ainda marca gerações.

Walt Disney e Mickey | Imagem: Divulgação

A estréia do porsonagem aconteceu no curta chamado “Steamboat Willie” que foi dirigido por Walt Disney  e Ub Iwerks.  A aparição do ratinho se deu no cinema Colony Theatre, de Nova York. Da mesma forma, Mickey foi o primeiro desenho animado a ter áudio sincronizado. Mas alem disso, ele não estava sozinho, a Minnie Mouse e o Bafo já apareciam neste curta.

Imagem: Divulgação

O personagem foi influente na Segunda Guerra Mundial. A senha de desembarque na Normandia das forças aliadas no Dia D foi Mickey Mouse. A Disney fez duras críticas ao Nazismo, como por exemplo, o episódio de seu amigo Donald, veja abaixo:

Donald, Pateta foram criados sendo amigos do Mickey, ele acabou também ganhando um cachorro, conhecido como Pluto. Como resultado dos anos, a turma de Mickey foi crescendo e personagens ganhando histórias próprias.

Mickey, Pateta e Donald | Foto: Reprodução

Para comemorar os 90 anos, a Disney abriu uma exposição em Nova York. A exibição vai ate 10 de fevereiro. Em conclusão, um pequeno roedor pode ser a arte do sucesso de um império global de entretenimento.

 

FaZe no caminho do título e Immortals superando seus limites

O primeiro dia das finais da Rainbow Six Pro League reservou grandes emoções e jogos para deixar qualquer um louco. Logo de cara, tivemos a estreia da atual campeã do BR6 2018, FaZe Clan, contra a Mock-it para incendiar a Jeunesse Arena. Na sequência, tivemos Rogue contra Nora-rengo, Fnatic contra Evil Geniuses e, por fim, G2 Esports contra Immortals.

O dia foi marcado pela classificação de duas equipes consideradas underdogs para as semifinais do torneio.


Uma série de sufoco e alívio: FaZe Clan x Mock-it

Representante brasileira e grande favorita ao título, a FaZe Clan entrava no stage para enfrentar a Mock-it pela primeira vaga na semifinal. O mapa escolhido pela equipe latina-americana foi a Oregon. Este é muito bem trabalhado pelas equipes brasileiras no cenário de R6.

No entanto, a série tomou um susto ao ver os europeus emplacar três rodadas seguidas no mapa. Mesmo assim, não abalou os ânimos da torcida da casa, que encheu a arena e empurrou o time, que conseguiu levar a partida para um overtime e ganhando de virada por 7 a 5.

No segundo mapa, escolhido pela Mock-it, a FaZe já não apresentava o mesmo embalo do primeiro mapa. A Casa de Campo foi a “gaiola sem saída” dos brasileiros que perderam por 6 a 2, empatando a série.

Para o desempate, o Banco seria o mapa que decretaria o primeiro semifinalista do torneio. A FaZe conseguiu abrir duas rodadas de vantagem, porém viu a mesma igualar. Sendo assim, o jogo tomava tons dramáticos, mas os brasileiros tomaram a frente da situação e conquistaram a vaga nas semifinais. O mapa acabou 6 a 4 para a FaZe.

Time da FaZe Clan comemorando classificação para semifinais. Foto: Caio Borges

Confira a entrevista com Yoona, suporte da FaZe Clan após a vitória contra a Mock-it


Superando os limites: Immortals x G2 Esports

Segunda representante brasileira no torneio, a Immortals tinha a dura missão de eliminar os atuais campeões do Six Major Paris, a G2 Esports. A torcida era favorável aos imortais que conseguiram se impor contra um dos candidatos ao título.

No primeiro mapa, Consulado, a Immortals saiu em desvantagem de dois rounds. Sendo assim, a equipe se viu em mudar seu estilo de jogo para empatar a série. Após isso, em grande atuação do jogador Cyb3r, os brasileiros chegaram a passar a frente do marcador após uma ótima anulação de rota dos europeus. Porém, já na segunda metade do mapa, a Immortals tentou ousar demais e acabou sendo bastante punida por isso. Após voltarem para a defesa, a equipe pouco pôde fazer e viu suas chances de abrir a série com vitória ruírem, perdendo por 7 a 5 no overtime.

No Banco, escolha da G2, a equipe europeia atropelou nos dois primeiros rounds, porém pararam novamente em cima do Cyb3r.

No entanto, mesmo com a vantagem em mãos, a Immortals não conseguiu administrar o resultado e sofreram o empate. Destaque para Fabian, que foi fundamental neste mapa. Vitória por 6 a 4 e classificação dos europeus para as semifinais.

Foto: Ubisoft eSports/Reprodução

Sendo assim, as semifinais estão definidas. A FaZe Clan enfentará a Nora-rengo, que derrotou a Rogue, às 13:00 do Horário de Brasília e, em seguida a Fnatic joga as fichas contra a G2 Esports. A final tem previsão para começar às 19:00 da noite.

Os jogos serão transmitidos ao vivo pelo Sportv.com e canais oficiais do Rainbow Six Esports Brasil na Twitch e no YouTube. A grande final terá transmissão ao vivo no canal SporTV 3.

Muito além das HQs e filmes, um exemplo para todos

Não há quem fale somente das HQs e filmes do lendário Stan Lee sem fazer um grande reflexo na sociedade. Suas obras, mesmo que fictícias, condizem bastante no dia a dia das pessoas em atos que geram ações solidárias. Hoje mesmo, um amigo me mostrou a importância dos super heróis como imagem inspiradora para gerações.

Irmãos Evans e Pratt
Chris Evans e Chris Pratt em um hospital infantil. Foto: Seattle Children’s Hospital

Sendo assim, faço uma ressalva para, mais do que apenas histórias em quadrinhos, são histórias que mudam a vida de muitas pessoas, e criam diversos super heróis na vida real. Como não falar de Capitão América e sua luta contra o nazismo e inimigos da democracia? Dos X-Men, que possuem similaridades as questões de igualdade social/racial que vivemos nos dias de hoje? idem a um dos grandes sucessos de bilheteria de 2018, o Pantera Negra.

Martin Luther King lutou contra desigualdade racial nos EUA na década de 60. Foto: Google

Então, podemos dizer que, mais do que só histórias fictícias de heróis em quadrinhos, são histórias que se inspiraram em pessoas da vida real e que lutam até hoje por seus direitos. Ou seja, por trás de um gênio, havia uma pessoa com propósito significativo para as nossas vidas. Sentirei falta dos famosos cameos que aparecem durante os filmes cuja produção era feita por Stan. Sem dúvida, era uma das coisas que mais chamava a atenção de quem assistia quaisquer curta/longa metragem da Marvel.

Achar alguém que conte a realidade de maneira cômica e fantástica será difícil, mas igual ao Stan Lee, é quase impossível. Que os céus o tenham.

O Espetacular, o Fantástico, o Incrível: Stan Lee

Ao mestre, com carinho.

Stan Lee, o último da geração de ouro, se foi. O responsável por criar – junto de Jack Kirby, Steve Ditko e muitos outros – um dos maiores universos das histórias em quadrinhos e além. Disfarçados de histórias fantásticas, Stan The Man” Lee, deixou ensinamentos. As grandes responsabilidades como o Homem-Aranha, a luta contra a intolerância como os X-Men e a compaixão e humildade como o Dr. Estranho. Ficaremos órfãos de seus cameos que acontecem a tanto tempo quanto podemos imaginar, e nunca esqueceremos que: COM GRANDES PODERES, VÊM GRANDES RESPONSABILIDADES.

Nascido em 28 de dezembro de 1922, Stanley Martin Lieber gostaria de escrever livros e não queria seu verdadeiro nome relacionado com às histórias em quadrinhos. Assim nasceu Stan Lee. Em um texto para preencher espaço vazio na revista do Capitão América em 1941. Seu primeiro trabalho. O resto é história.

Logo começou a escrever histórias e tornou-se o editor mais novo no ramo dos quadrinhos. Porém, engana-se quem pensa que ele foi logo criando super-heróis. As primeiras histórias de Lee flutuavam entre romance, faroeste e ficção científica. Até então, ele era uma pessoa pouco satisfeita com o trabalho com HQs e pensou em abandonar essa vida. (Felizmente isso nunca veio a acontecer).

No fim dos anos 50, a DC Comics transformaria a indústria de quadrinhos montando um super time, a Liga da Justiça. Vendo isso, o chefe-editorial da Marvel Comics, Martin Goodman, queria igualar os negócios: pediu a Lee que criasse uma super equipe de heróis. Desolado pela insatisfação, ele não queria. Mas Joan Lee (falecida em 2017), sua esposa, insistiu para que ele criasse seus próprios personagem, a seu modo. (Obrigado, Joan!).

Então Stan Lee juntou-se a Jack Kirby. Assim como Lennon-McCartney foram revolucionários para a música, Lee-Kirby foram revolucionários para os quadrinhos. Os dois deram sentimentos mais humanos e problemas mundanos para os super seres. Assim, eles conseguiriam aproximar mais os super-heróis do público. Com isso em vista, em novembro de 1961 era lançado um novo grupo e a primeira família de super-heróis: o Quarteto Fantástico. Com as vendas de HQs lá em cima, mais criações vieram. O Incrível Hulk, o Homem de Ferro, Thor e X-Men. Mas, como Lennon e McCartney tinham suas diferenças que culminaram na separação dos Beatles, Lee e Kirby também as tinham, fazendo com que cada um seguisse seu rumo.

Mas o fim não abalou nem um dos dois. Stan Lee juntou-se a Steve Ditko (falecido em junho desse ano) e criou o mago Dr. Estranho (Strange Tales #110 em 1963) e seu personagem de maior sucesso, O Espetacular Homem-Aranha (Amazing Fantasy #15 em 1962).

Nós conhecemos tudo o que veio depois: grandes histórias e uma carreira magnífica. Stan Lee se tornou o rosto da Marvel Comics, mas isso não o impediu de fazer trabalhos na concorrente – não inimiga – DC Comics. Em um série na década de 2000, chamada Just Imagine…”, Lee recriou personagens clássicos como Superman, Mulher-Maravilha e Batman em um universo alternativo.

Como o rosto da Marvel, Lee agora ultrapassava a barreira dos quadrinhos e ia para o live-action com seus famosos cameos. Tudo começou em 1989 em O Julgamento do Incrível Hulk, onde ele fez sua primeira aparição. E não parou mais. Coleciona um número incrível de cameos nos filmes, nas séries, nas animações e nos jogos. Contando somente os filmes da Marvel até o momento, foram 34 aparições.

Stan Lee ultrapassou qualquer barreira que um artista pode imaginar. Em meio a tantos personagens queridos criados por ele e seus parceiros, foi Stan Lee quem tornou-se o personagem mais querido entre todos seus fãs. Com certeza, onde estiverem, Jack Kirby, Steve Ditko, Joe Shuster, Jerry Siegel, Bill Finger, Curt Swan estarão de braços abertos para receberem mais uma lenda dos quadrinhos. E claro, sua esposa, Joan, tão importante para sua vida quanto para as nossas. O último a ir da grande geração de ouro dos quadrinhos. Nós todos sentimos, mas a lenda, o mito, o espetacular, o fantástico, o incrível Stan Lee sempre estará conosco. Um muito obrigado por fazer nossas vidas maiores e melhores. Com amor, Excelsior!

Biografia de Stan Lee em quadrinhos

Erga-se, China! Erga-se, Invictus Gaming!

Invictus Gaming é campeã mundial de 2018

Finalmente, após dois vice-campeonatos para a região, a China finalmente tem seu primeiro campeão mundial. A Invictus Gaming derrotou a Fnatic por 3 a 0, no Estádio de Munhank, em Incheon.


Jogo 1 – Fnatic e seu Draft Full AD

O primeiro jogo da série começou com um Draft bastante estranho por parte dos europeus: Urgot, Lee Sin, Irelia, Jhin e Braum. Enquanto os chineses foram de Sion, Camille, Lissandra, Kai’Sa e Alistar. A partida acabou com 21 abates a 6 para a Invictus Gaming, levando o primeiro jogo da série.

Destaque da partida: Ning (Camille) – AMA: 14.0- KDA: 6/0/8


Jogo 2 – TheShy e Ning ditam a partida

Assim como na partida anterior, a Fnatic resolveu repetir três escolhas em seu draft, fazendo alterações somente no meio (Azir) e no atirador (Ezreal), enquanto a Invictus Gaming apostava mais uma vez em uma composição de cerco maior e de alvos isolados. Novamente, uma série totalmente dominada pelos chineses.

Destaque da partida: Ning (Gragas) – AMA 16.0 – KDA: 5/0/11


Jogo 3 – Últimas chamas europeias e China no topo do mundo

Anteriormente, a Fnatic que havia jogado duas vezes do lado azul do Rift resolveu mudar para o lado vermelho. Com um draft diferente, os europeus foram para o que seria sua última partida com: Urgot, Jax, Viktor, Xayah e Thresh. A equipe chinesa montou um draft muito bom para as lutas em equipe, com Aatrox, Camille, Galio, Kai’Sa e Rakan.

Durante a partida, tivemos indícios de que a Fnatic conseguiria ter forças para levar a série para um possível quinto jogo, já que os mesmos tiveram um bom early game durante a partida. No entanto, a Invictus Gaming destruiu quaisquer chances disso acontecer.

Mesmo com o roubo de barão do Broxah, as esperanças europeias foram se apagando pouco a pouco. Os chineses apagaram as chamas da Fnatic e, pela primeira vez, uma equipe de sua região se sagra campeão mundial.

Destaque da partida: JackeyLove (Kai’Sa) – AMA 20.0 – KDA: 13/0/7

IG Rolster 2018
Invictus Gaming posando pra foto como campeões mundiais. Foto: The Rift Herald

MVP da Final

Durante a cerimônia de premiação do torneio, foi anunciado o MVP da Final do Mundial de 2018: Ning, jogador da Selva da Invictus Gaming foi eleito o melhor da final. Sendo assim, o jogador chinês se junta aos demais jogadores que venceram o prêmio, sendo o primeiro da selva a conseguir o prêmio. Anteriormente tivemos os seguintes MVPs em finais:

Ning beijando o troféu de MVP da Final de 2018. Foto: Riot Games
  • 2014: Mata (Suporte da Samsung White)
  • 2015: MaRin (Topo da SK Telecom T1)
  • 2016: Faker (Meio da SK Telecom T1)
  • 2017: Ruler (Atirador da Samsung Galaxy)
  • 2018: Ning (Selva da Invictus Gaming)

O começo da dinastia chinesa?

Em 2018, a China praticamente dominou o cenário de League of Legends. A região foi campeã do Mid Season Invitational, com a Royal Never Give Up, do Rift Rivals, das Olimpíadas Asiáticas e agora do Mundial. Eis que fica a pergunta no ar: será que começa hoje o domínio dos chineses no cenário?

Sendo assim, encerro essa coluna feliz por escrever sobre essa final que já está na história, mesmo que o ocidente não tenha vencido. Mal posso esperar para 2019 e as surpresas que nos reservam.

“Tenho sonhos adolescentes, mas minhas costas doem…”

Olá galeris! Como vocês estão?

Me deu vontade de conversar com vocês sobre uma parada que está nas nossas costas todos os dias, sombra? Também.  Mas na real, eu falo da idade. Não sei vocês, mas o fato de gostarmos de desenhos, filmes, sérios, livros, mangás, HQ’s, games e outros faz de nós um alvo ambulante de expectativas Expectativas que nossa família coloca em nós,  a sociedade pede de nós, e acabamos pedindo de nós mesmos.

O que quero fazer aqui é trazer um abraço cibernético! Você não precisa ser como os outros, você não precisa realizar os sonhos de ninguém,  mas os seus. Você precisa ser fiel a quem você é, e quem você quer ser. Você precisa se conhecer, e entender que você é extremamente importante com suas particularidades.

Não tem idade para conquistar as coisas, tem cabeça. Nunca perca sua essência. Como recém jovem idosa, eu digo: respira fundo, e vive! Você é única.  O mundo fica melhor com você sendo você,  mesmo que seja estranha ou bizarra hahaha.
O nome disso é saudade, já que o site ficou longe de vocês por um tempo.

Um grande beijo.

Especial Mundial | Do começo aos dias atuais

Summoner's Cup

Certamente, o Mundial de League of Legends é o maior torneio da categoria, isso não temos dúvida. Ao longo dos anos, diversos formatos foram adotados e com isso mais equipes e regiões foram adentrando ao torneio. Sendo assim, falaremos um pouco sobre cada edição e seus respectivos campeões.


Season One Championship (2011)

Foi o primeiro torneio oficial que a Riot Games organizou, e contava com a participação de equipes da América do Norte, Europa e Sudeste Asiático. Dessa forma, como representantes norte-americanos tivemos Team SoloMid, Counter Logic Gaming e Epik Gamer. Os europeus foram representados por againt All authority, Fnatic e Team GAMED.DE. Pelo sudeste asiático, tínhamos Xan, de Cingapura e Pacific eSports, das Filipinas. O torneio foi disputado em dois grupos com quatro equipes com apenas jogos de ida. O primeiro colocado de cada grupo garantia vaga nas semifinais do torneio, enquanto o segundo e o terceiro teriam de disputar a chamada Relegation Round, e quem fosse derrotado na Winner Bracket jogaria a Loser Bracket para definir o quinto, quarto e terceiro colocado respectivamente. Além disso, nesse chaveamento também definiria aquele que decidiria o título contra o vencedor do Winner Bracket. Os play-offs eram todos disputados em série Md3.

A decisão ficou entre Fnatic e aAa, proclamando, enfim o primeiro campeão do torneio ao vencer a série por 2 a 1 e se sagrando o campeão do torneio pela primeira vez.

Fnatic: Enrique “xPeke” Martínez (Topo), Lauri “CyanideFi” Happonen (Selva), Maciej “Shushei” Ratuszniak (Meio), Manuel “LaMiaZeaLoT” Mildenberger (ADC), Peter “Mellisan” Meisrimel (Suporte) e Bram “wewillfailer” de Winter (Reserva)

Fnatic Season 1 Rolster
Fnatic comemorando a premiação do Mundial 2011, realizado na Suécia. Foto: LOL Esports

Season 2 World Championship (2012)

Realizado nos Estados Unidos, o torneio a princípio se apresentaria como Mundial de League of Legends. Naquele ano, entraram mais 4 equipes no torneio. Coreia do Sul e a China receberam duas vagas no torneio. Entretanto, o Sudeste Asiático e o Taiwan contavam com apenas uma vaga cada. Os representantes da América do Norte eram Team SoloMid, Team Dignitas e CLG Prime. Pelo lado europeu, tivemos Moscow Five, SK Gaming e CLG Europe. Os representantes coreanos foram Azubu Frost e NaJin Sword. Dos times chineses, tivemos Team WE e Invictus Gaming, e por fim, representando o Vietnã tivemos Saigon Jockers e pelo Taiwan a Taipei Assassins.

O torneio ainda na fase de grupos era do mesmo formato anterior. No entanto, durante a fase de play-offs o torneio teve uma mudança e passaria a ter as quartas-de-final, semifinais, de modo que as séries fossem disputadas em formato Md3 e a final sendo Md5, como funciona até hoje. A decisão do torneio foi entre a Azubu Frost e Taipei Assassins, com vitória dos taiwaneses por 3 a 1. Também, foi a primeira vez que a Summoner’s Cup (ou Copa dos Invocadores) foi apresentada ao público.

Taipei Assassins: Wang “Stanley” June-Tsan (Topo), Sung “Lilballz” “Alex” Kuan-Po (Selva), Lau “Kurtis” “Toyz” Wai Kin (Meio), Chang “BeBe” Bo-Wei (ADC) e Chen “MiSTakE” Hui Chung.

TPA Season 2 Rolster
Taipei Assassins foi o primeiro time a erguer a Copa dos Invocadores. Foto: Riot Games

Season 3 World Championship (2013)

Posteriormente, o torneio voltava a ser sediado no mesmo pais à edição anterior, e passava a contar com 14 equipes na disputa. As vagas foram distribuídas da seguinte maneira:

  • Coreia do Sul, América do Norte e Europa: 3 vagas
    • Representantes da Coreia: SK Telecom T1, NaJin Black Sword e Samsung Ozone
    • Representantes da América do Norte: Team SoloMid, Cloud9 e Team Vulcan
    • Representantes da Europa: Fnatic, Lemondogs e Gambit Gaming
  • China: 2 vagas (Royal Club e Oh My God)
  • Sudeste Asiático, Taiwan e International Wildcard: 1 vaga (Mineski, Gamania Bears e GamingGear.eu, respectivamente)

Entretanto. torneio teve algumas mudanças em relação a fase de grupos, dessa maneira. acrescentava-se mais duas vagas (Coreia e International Wildcard), os grupos eram divididos em cinco equipes e, pela primeira vez passaria a ter jogos de ida e volta durante a etapa. Somente os 2 melhores de cada grupo passariam para os play-offs.

Posteriormente, a mesma fase também teria algumas mudanças: quatro equipes (Gamania Bears, Cloud9, Royal Club e NaJin Black Sword) já estavam classificados para as quartas-de-final, apenas aguardando os outros adversários da fase anterior, no entanto o formato permanecia o mesmo da edição anterior, com séries Md3. A partir das semifinais, as partidas eram disputadas em formato Md5. Na decisão, tivemos o embate entre Royal Club contra SK Telecom T1, a primeira de muitas rivalidades entre China e Coreia. Os coreanos venceram por 3 a 0 conquistando o primeiro título da região.

SK Telecom T1: Jung “Impact” Eon-yeong (Topo), Bae “Bengi” Seong-woong (Selva), Lee “Faker” Sang-hyeok (Meio), Chae “Piglet” Gwang-jin (ADC) e Lee “PoohManDu” Jeong-hyeon

SKT Rolster Season 3
SK Telecom T1 conquistando seu primeiro título da história. Foto: Riot Games

2014 Worlds Championship

Sediado em três países diferentes, o Mundial de 2014 contou com 16 times participantes. As vagas das regiões foram divididas da seguinte maneira:

  • América do Norte (3 vagas): Team SoloMid (Seed 1), Cloud9 (Seed 2) e LMQ (Seed 3)
  • Europa (3 vagas): Alliance (Seed 1), Fnatic (Seed 2) e SK Gaming (Seed 3)
  • China (3 vagas): Edward Gaming (Seed 1), Star Horn Royal Club e Oh My God (Seed 2)
  • Coreia do Sul (3 vagas): Samsung Blue (Seed 1), Samsung White e Najin White Shield (Seed 2)
  • Sudeste Asiático e Taiwan (2 vagas): Taipei Assassins e ahq e-Sports Club (Seed 2)
  • International Wildcard: Dark Passage e KaBuM! e-Sports (Seed 3)

A fase de grupos do torneio, disputada em Cingapura e Taiwan foi divida em quatro grupos com quatro equipes, com partidas de ida e volta, onde os dois primeiros se classificam para a próxima etapa.  A partir dessa edição, todas as fases eliminatórias, disputadas na Coreia, seriam em formatos Md5. A decisão, realizada em Seul, foi marcada pela rivalidade China contra Coreia. Star Horn Royal Club e Samsung White se enfrentaram pelo título daquele ano. Melhor para os coreanos, que venceram a série por 3 a 1, sendo campeões em casa.

Samsung White: Jang “Looper” Hyeong-seok (Topo), Choi “DanDy” In-kyu (Selva), Heo “PawN” Won-seok (Meio), Gu “imp” Seung-bin (ADC) e Cho “Mata” Se-hyeong (Suporte)

SSW 2014 Rolster
Samsung White erguendo a Summoner’s Cup. Foto: GameCrate

2015 World Championship

Quinta edição do torneio, o Mundial de 2015 seguia o mesmo formato a edição anterior. Disputado na Europa, em três países diferentes, o torneio contava com a participação das seguintes equipes:

  • América do Norte (3 vagas): Team Solo Mid, Cloud9 e Counter Logic Gaming
  • Europa (3 vagas): Fnatic, Origen e H2K e-Sports
  • Coreia do Sul (3 vagas): SK Telecom T1, KOO Tigers e KT Rolster
  • China (3 vagas): Edward Gaming, Invictus Gaming e LGD Gaming
  • LMS (2 vagas): Flash Wolves e ahq e-Sports Club
  • International Wildcard (2 vagas): Bangkok Titans e paiN Gaming

As fases de grupo, disputada na França, e eliminatórias, sendo quartas-de-final em Londres e semifinais em Bruxelas, seguiam os mesmos padrões da edição anterior do torneio. A final, disputada na Alemanha foi entre SK Telecom T1 (campeã em 2013) contra KOO Tigers. Foi a primeira vez que a região coreana disputava o título entre si. Após uma série de quatro jogos, a SK Telecom T1 se sagrou bicampeã mundial naquele ano, vencendo por 3 a 1.

SK Telecom T1 (segundo título):  Jang “MaRin” Gyeong-hwan (Topo), Bae “Bengi” Seong-woong (Selva), Lee “Faker” Sang-hyeok (Meio), Lee “Easyhoon” Ji-hoon (Reserva/Meio), Bae “Bang” Jun-sik (ADC) e Lee “Wolf” Jae-wan (Suporte) e Kim “kkOma” Jeong-gyun (Coach)

SKT 2015 Rolster
SK Telecom T1 se sagrou bicampeã em 2015. Dupla Faker e Bengi estavam na equipe na primeira conquista. Foto: Red Bull

2016 World Championship

De volta aos Estados Unidos, a sexta edição do Mundial foi disputada em três estados (Chicago, Nova York e Califórnia). O torneio contava com as seguintes equipes:

  • América do Norte (3 vagas): Team SoloMid (Seed 1), CLG (Seed 2) e Cloud9 (Seed 3)
  • Europa (3 vagas): G2 Esports (Seed 1), H2K e-Sports (Seed 2) e Splyce (Seed 3)
  • Coreia do Sul: ROX Tigers (Seed 1), SK Telecom T1 e Samsung Galaxy (Seed 2)
  • China: Edward Gaming (Seed 1), Royal Never Give Up e I May (Seed 2)
  • International Wildcard: Albus NoX Luna e INTZ e-Sports (Seed 3)

A fase de grupos ocorreu em São Francisco, seguindo o mesmo formato da edição anterior. Posteriormente, as fases eliminatórias aconteceram em Chicago, Nova York e Los Angeles.

A decisão do torneio colocava a frente Samsung Galaxy e SK Telecom T1, que, eventualmente se enfrentariam um ano depois. Em uma série de cinco jogos, a SKT se sagrou tricampeã mundial, se tornando até hoje o maior vencedor do torneio. Na história, apenas Faker e Bengi possuem três títulos na carreira.

SK Telecom T1 (terceira conquista): Lee DukeHo-seong (Topo), Bae “Bengi” Seong-woong (Selva), Kang “Blank” Sun-gu (Reserva/Selva), Lee “Faker” Sang-hyeok (Meio), Bae “Bang” Jun-sik (ADC) e Lee “Wolf” Jae-wan (Suporte) e Kim “kkOma” Jeong-gyun (Coach)

SKT 2016 Rolster
Maior dinastia do League of Legends, SK Telecom T1 conquistou seu terceiro título em 2016. Foto: Red Bull

2017 World Championship

Sediado na China, a sétima edição do Mundial foi disputada em quatro locais diferentes: a fase de grupos em Wuhan, quartas-de-final em Guangzhou, semifinais em Shanghai e a decisão em Beijing. Diferente das edições passadas, o torneio passaria a adotar um novo formato de disputa dividido em três fases: Play-in, Group Stage e Play-offs. Pois, os torneios Wildcard seriam extintos e unificados aos torneios da Riot Games (tanto o Mundial quanto o MSI).

Dessa maneira, o torneio passava a contar com 24 equipes, sendo 12 delas disputando a chamada fase de entrada (Play-in) de tal forma que colocasse as equipes minor frente as major. Que contava com as seguintes equipes:

Fase de entrada

  • Cloud9 (NA LCS), Fnatic (EU LCS), Hong Kong Atitute (LMS) e Team WE (LPL) – (Seed 1)
  • 1907 Feberbahçe (TCL), Team oNe e-Sports (CBLOL), Gambit Esports (CIS) e Young Generation (SEA)
  • Kaos Latin Gamers (CLS), Dire Wolves (OPL), Rampage (LJL) e Lyon Gaming (LLN)

As equipes se enfrentavam em quatro grupos de 3, classificando apenas o primeiro e o segundo para a fase eliminatória Md5. Quem vencesse a série, estaria garantido na fase de grupos do torneio.

Chegando na fase de grupos, o torneio continua nos mesmos moldes das edições anteriores, contando com a participação das seguintes equipes:

Fase de grupos

  • Coreia do Sul (3 vagas): Longzhu Gaming (Seed 1), SK Telecom T1 (Seed 2) e Samsung Galaxy (Seed 3)
  • América do Norte (3 vagas): Team SoloMid (Seed 1), Immortals (Seed 2) e Cloud9 (Fase de entrada/Seed 3)
  • Europa (3 vagas): G2 Esports (Seed 1), Misfits Gaming (Seed 2) e Fnatic (Fase de entrada/Seed 3)
  • China (3 vagas): Edward Gaming (Seed 1), Royal Never Give Up (Seed 2) e Team WE (Fase de entrada/Seed 3)
  • LMS (2 vagas): Flash Wolves (Seed 1) e ahq e-Sports Club (Seed 2)
  • Sudeste Asiático: GIGABYTE Marines (Seed 1)
  • Turquia: 1907 Fenerbahçe (Fase de entrada/Seed 2)

Ao final da fase de grupos e das eliminatórias, chegamos a decisão que havia acontecido anteriormente, entre SK Telecom T1 e Samsung Galaxy, a reedição da final de 2016. Numa série de apenas três jogos, a Samsung deu o troco pelo vice-campeonato e dando fim a dinastia da SKT, pelo menos por enquanto, e se sagrando campeã do torneio.

Samsung Galaxy (segunda conquista): Lee “CuVee” Seong-jin (Topo), Kang “Ambition” Chan-yong (Selva), Kang “Haru” Min-seung (Reserva/Selva), Lee “Crown” Min-ho (Meio), Park “Ruler” Jae-hyuk (ADC), Jo “CoreJJ” Yong-in (Suporte) e Choi “Edgar” Woo-beom (Coach).

SSG 2017 Rolster
Samsung Galaxy derrota a SK Telecom T1, dando fim a uma dinastia e o bicampeonato da organização. Foto: LOL Esports BR

Certamente, muita história foi escrita ao longo dos anos e, em 2018 não será diferente. Teremos pela frente um confronto inédito entre o oriente contra o ocidente, afim de escrever mais um capítulo na história dos mundiais e cravar seu nome na Summoner’s Cup. Dessa forma, encerro essa postagem em que trago todos os campeões do torneio, a evolução do campeonato com o passar dos anos e avisar que, ainda sim o e-Sports pede cada vez mais espaço no mundo.

Duas equipes, um objetivo: o topo do mundo

Essa será a primeira vez que teremos uma decisão entre equipes orientais e ocidentais pelo título do Mundial em 2018. Anteriormente, somente equipes asiáticas estavam disputando o título, decretando total domínio oriental no torneio.

Invictus Gaming (LPL) e Fnatic (EU LCS) ambas adversárias durante a fase de grupos, tiveram que deixar grandes equipes e surpresas no torneio. Pelo caminho, ficaram Edward Gaming e Royal Never Give Up (LPL), KT Rolster e Afreeca Freecs (LCK), G2 Esports (EU LCS) e Cloud9 (NA LCS) fazendo com que o caminho para o topo do mundo fosse limitado a essas duas equipes.

Invictus Gaming Rolster
Invictus Gaming chega a sua primeira final da história. Foto: LOL Esports

A equipe chinesa busca, pela primeira vez na história, conquistar o título do torneio para sua região. Embora sua região tenha chegado duas vezes na final, foram dois vice-campeonatos conquistados por Royal Club (2013) e Star Horn Royal Club (2014). Mas, a Invictus Gaming têm mostrado durante todo o torneio que é, se não o melhor time de sua região e com certeza chega como favorita ao título.

Fnatic Rolster
Fnatic chega a sua segunda final da história. Foto: LOL Esports

Fnatic chega a sua segunda final da história.  Anterior mente a equipe já havia sido campeã do torneio hà 7 anos. A organização tentará o bicampeonato na Coreia contra uma equipe oriental, confronto inédito na história do torneio.

Coloquei uma tabela com algumas das principais estatísticas desses play-offs desse Mundial (dados coletados do LOL Esports):


Estatísticas da fase eliminatória

Jogador TheShy x Bwipo Ning x Broxah Rookie x Caps JackeyLove x Rekkles Baolan x Hylissang
AMA 5,7 x 3,1 4,5 x 8,1 7,5 x 3,6 4,5 x 11,5 8,9 x 3,8
Participação em abates (%) 57,6 x 60,4 67,5 x 72,3 68,3 x 74,3 64,2 x 68,3 74,2 x 64,4
Farm por min. 9,1 x 8,0 5,6 x 5,2 8,7 x 8,2 10,5 x 10,3 1.4 x 1,1

* Não acrescentei jogadores Duke e sOAZ nessas estatísticas pelo fato de não terem participado tanto dos jogos. Levei em consideração as formações que jogaram o campeonato até aqui.

Certamente tem tudo para ser uma série incrível e entrar na história do e-Sports. Mas, a expectativa que fica é de que o ocidente consiga conquistar o torneio novamente depois de 7 anos.

Corrida para Incheon (Final): Depois de 7 anos, Fnatic volta a decisão

A EUforia é real! Depois de 7 anos de espera, Fnatic, única campeã mundial pelo ocidente retorna a uma decisão de mundial buscando seu bicampeonato na história. A série mostrou que os europeus estão em outro nível de jogabilidade e foram bem superiores aos norte-americanos da Cloud9. Apesar de os jogos 2 e 3 terem sido um pouco incisivos para o time da LCS NA, não foi algo que tirasse o gap europeu de cena.

Fnatic volta para a final depois de 7 anos, em busca do bicampeonato

Jogo 1

Apesar de uma invasão do Svenskeren para tentar neutralizar o Broxah, pouco foi efetivo pois na primeira aparição do caçador da Fnatic rendeu First Blood e a partir disso o jogo seria totalmente dominado pelos europeus. A Cloud9 foi totalmente stompada nesse primeiro jogo. Parecia replay do primeiro jogo entre G2 e iG.

Destaque da partida: Broxah (5/0/11 – AMA 16.0)

Link do jogo: Clique aqui


Jogo 2

Um jogo um pouco mais travado para os dois lados, no entanto desenhado um cenário favorável para a Fnatic. Apesar de mais pressões durante o early game, parece que o macro-play europeu foi mais impactante contra a Cloud9. Foi lento, mas deu Fnatic de novo. Os norte-americanos se complicam na série.

Destaque da partida: Caps (7/2/4 – AMA 5.5)

Link do jogo: Clique aqui


Jogo 3

Outra composição bastante sólida e preparada para acelerar o jogo. Depois de muito domínio de early game da Fnatic e alguns apagões durante o mid game, os europeus dominaram a Cloud9 para marcar seu nome na história, indo para sua segunda final de mundial na história após 7 anos da sua conquista.

Destaque da partida: Bwipo (7/2/10 – AMA: 8.5)

Link do jogo: Clique aqui

Fnatic e Invictus Gaming farão uma decisão inédita entre as regiões

Mal posso esperar para ver qual será o desfecho final desse torneio, mas torço para que o ocidente conquiste a competição mais uma vez. Sem dúvida, Fnatic x Invictus Gaming será uma das séries mais emocionantes de todas. A final está marcada para o dia 3 de Novembro, às 5:00 da manhã. Finalizo aqui a minha “Corrida para Incheon”. Na matéria da decisão do torneio, o título será alterado.