Call of Duty: Warzone desliga servidores no PS4 e Xbox One
Encerramento após seis anos na antiga geração acompanha a integração da Temporada 1 de Modern Warfare 4 e a estreia gratuita no Nintendo Switch 2.

Chegou ao fim uma era que durou mais de seis anos nos consoles de oitava geração: a partir desta sexta-feira, 6 de novembro de 2026, Call of Duty: Warzone não pode mais ser jogado no PlayStation 4 nem no Xbox One. O desligamento definitivo de acesso entrou em vigor na virada da madrugada, logo após a estreia mundial da Temporada 1 integrada a Call of Duty: Modern Warfare 4.
O corte já vinha sendo preparado em etapas pela Activision e pela Raven Software: em 4 de junho, novos downloads do battle royale gratuito foram bloqueados para contas que nunca haviam baixado o título nos aparelhos antigos e, em 25 de junho, a loja interna deixou de vender pacotes na dupla veterana. Agora, para continuar saltando de paraquedas, é obrigatório migrar para PlayStation 5, Xbox Series X|S, PC ou para a grande novidade técnica do dia: o Nintendo Switch 2.
O que acontece com suas skins, armas e CoD Points na migração?
Se você jogava no PS4 ou no Xbox One e pretende trocar de plataforma mais adiante, não há motivo para pânico em relação ao inventário acumulado. Todo o progresso vinculado à sua conta Activision ID — incluindo Operadores, visuais, projetos de armas, níveis e saldo de CoD Points obtidos desde Modern Warfare II, Modern Warfare III, Black Ops 6 e Black Ops 7 — é transferido automaticamente assim que o login é feito na geração atual.

No arsenal, a Temporada 1 inaugura as 33 armas de lançamento de Modern Warfare 4, enquanto os armamentos dos jogos anteriores permanecem acessíveis em uma aba dedicada de Legado (Legacy), com configurações pré-definidas de cinco acessórios para manter o equilíbrio competitivo.
Estreia no Switch 2 e novos mapas Hajin e Zodiac
Ao deixar para trás as limitações de memória e processador do hardware de 2013, o estúdio reformulou a escala das partidas — ao mesmo tempo em que estendeu o suporte portátil ao Nintendo Switch 2. O destaque da Temporada 1 é o mapa principal Hajin, ambientado na península coreana com 13 pontos de interesse, um Gulag inédito de corredores simétricos e seis variações dinâmicas de clima e horário, indo de neblina densa a tempestades que alteram o som dos passos e a visibilidade.

Ressurgência em Zodiac, mecânicas físicas e cerco do RICOCHET
Para quem prefere partidas rápidas de Ressurgência, a atualização adiciona a ilha tecnológica Zodiac, complexo de pesquisa de drones com 10 áreas e o novo modo Rally Point para 20 jogadores, enquanto os clássicos Verdansk e Rebirth Island seguem na rotação. Na jogabilidade, entram em cena a corrida tática sem necessidade de vantagem, a possibilidade de arrastar aliados caídos durante a reanimação, coberturas destrutíveis com física ativa, o lançador de tirolesa e o Grabber Drone.
Por fim, o sistema RICOCHET Anti-Cheat ativou novas contramedidas no lançamento da temporada, mirando especificamente ferramentas externas como o Warzone Agent, usadas por trapaceiros para espionar estatísticas de salas e praticar o chamado lobby shopping.

Depois de títulos de peso como Genshin Impact e PUBG abandonarem o PS4 e o Xbox One nos últimos meses, a despedida de Warzone sela de vez a passagem de bastão dos jogos como serviço para os consoles atuais. Nos bastidores, esta nova etapa do battle royale é liderada pela Raven Software em colaboração direta com Infinity Ward, Beenox e High Moon Studios, mantendo partidas integradas via cross-play entre PS5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2, Battle.net e Steam.
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Fontes: Call of Duty Blog Oficial, Patch Notes da Temporada 1 e IGN.




