Não culpem os jogos pelos seus erros

Os jogos, pelo contrário do que dizem, são o caminho ideal para superar as adversidades e se encontrar na vida. Além disso, é uma forma de educar os jovens.

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É muito fácil apontar várias causas ou culpados quando acontece alguma coisa. Mas, já pararam pra pensar se, de fato isso realmente condiz com o ocorrido? Mais uma vez somos alvo de críticas no que diz respeito a tragédias ou atentados em escolas. E toda vez que acontece algo assim, insistem em culpar os jogos, incitando que influencia no comportamento psicológico dos jovens.

Pela milésima vez, não culpem os jogos pelos seus erros, não são os jogos que vão infectar os jovens como muitos andam dizendo, muito pelo contrário. Em pleno ano de 2019, quando estamos embalados na onda dos esportes eletrônicos. Continuar insistindo de que os jogos são uma das causas para atrocidades sem precedentes chega a ser ridículo. Atualmente, o mercado de games no Brasil movimentou cerca de US$ 1,5 bilhão, em meio a diversas crises econômicas. Dá pra acreditar? Os jogos são o produto que mais conseguiu se sobressair perante a uma crise dentro do país.


Jogos ajudando jovens na educação

Recentemente tenho dado uma lida na internet a respeito de conteúdos relacionados a jogos e educação, e encontrei uma matéria super interessante, intitulada de “Professor de Informática incentiva alunos de periferia a jogar e conhecer os esports“. A maneira como os jogos podem mudar a vida das pessoas para melhor é algo visível e gratificante. Hoje, existem escolas que oferecem cursos extras para os alunos aprenderem a jogar League of Legends e conhecer os esports. Além disso, torneios universitários, não só no Brasil mas pelo mundo também são uma realidade grande, e hoje são exibidos na televisão.


Pessoas que superaram a depressão nos jogos

Alexandre Borba, conhecido como Gaules pela comunidade de Counter Strike, foi ex-jogador e treinador do cenário competitivo. Em 2017 passou por um momento bastante conturbado em sua vida, tanto na carreira quanto pessoal. O mesmo chegou a cogitar o suicídio como forma de resolver o problema, de que nada fazia mais sentido para o mesmo. Mas, em 2018 ele conseguiu se reerguer de uma forma meteórica. Com o apoio da Tribo, como é chamada a fã-base do streamer, Gaules começou a se dedicar a criação de conteudo. Com a ajuda de ex-companheiros do time G3X, a tribo foi crescendo de forma surpreendente. Resultado disso: em Fevereiro de 2019, o Gaules se tornou um dos streamer mais assistido na Twitch. Além disso, conseguiu alcançar a marca de 100.000 espectadores durante a partida entre MIBR contra Renegades e quase 150.000 no confronto dos brasileiros contra a Astralis, no dia seguinte.


Sendo assim, faço um adento com relação a influência dos jogos: o problema não está neles, e sim nas pessoas. Procurem ajudar psicologicamente, entender o que passa nas pessoas, mas não culpem os jogos. Tudo isso pode ser evitado se houver acompanhamento.

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