ESQUADRÃO SUICIDA 2 | Diretor desconfirma Reboot

O diretor de Guardiões da Galáxia, James Gunn, foi o escolhido da Warner para dirigir um novo filme da franquia Esquadrão Suicida. Nesse filme, o objetivo seria simplesmente colocá-la na direção certa. Dessa forma, se tiraria do longa os estigmas causados por problemas na produção dos filmes anteriores da DC Films. No entanto, ainda não ficou totalmente claro para o público se ele virá com uma intenção de Reboot (como inicialmente divulgado) ou de sequência ao primeiro filme. E Gunn, que provavelmente já sabe a resposta do questionamento, não pôs fim ao mesmo.

Durante uma entrevista para divulgação do filme Brightburn – Filho das Trevas, o diretor foi perguntado sobre qual a intenção do filme. Mesmo com a reporter querendo apenas saber se seria uma sequência ou não, a resposta foi evasiva:

“Estes termos são tão limitados… Há tantos termos… O filme é o que ele é. Vocês verão em dois anos.”

Remanescentes e novidades completam o elenco

O mais estranho é notar que não só temos tido notícias recentes de que o filme será um Reboot, como também que teremos o retorno de atores nos mesmos papéis que a iteração anterior. Assim, Margot Robbie retorna como Arlequina, Joel Kinnaman como Rick Flagg, Viola Davis como Amanda Waller e Jai Courtney como Capitão Bumerangue. Porém, a produção também está sendo marcada por elencar novos personagens em atores reconhecidos. Idris Elba, John Cena, David Dastmalchian e Daniela Melchior farão personagens da mitologia da DC — alguns já confirmados, outros não.

Há a interpretação de que, em princípio, a ideia fosse a de se refazer a franquia. E contribuiria para isso o fato de que a decepção de crítica se resume a um único filme. Porém, já que nem mesmo tais respostas simples tem sido divulgadas ao público, a expectativa por mais detalhes se mantém.

Esquadrão Suicida 2 é nome não-oficial e por enquanto provisório para o filme da DC. Nele, criminosos que se envolvem numa missão para o governo em troca de redução de pena.

O longa deve chegar aos cinemas em 2021.

Zack Snyder e o Amadurecimento da Figura do Herói

Em uma transmissão do Vero, falando para fãs em um evento, Zack Snyder declarou que os fãs da DC precisam “crescer” com Batman v Superman e abandonar a ideia de heróis que jamais ultrapassam a perigosa linha da moralidade.

“É um bom ponto. […] É um bom ponto de vista pensar ‘Meus heróis ainda são inocentes’. […] ‘Meus heróis nunca cometeram nenhuma atrocidade’. Eu penso que isso é legal, mas você está vivendo em um mundo dos sonhos.”

 

Esse certamente não é um debate que pode ser encerrado com meia dúzia de palavras. Envolve muito mais do que mero “gosto” e nos leva de volta ao âmago da figura do herói.

Um pouco de mitologia

Na Grécia antiga, o herói era comumente representado como um ser atlético, dotado de força de vontade férrea, protetor da própria família, da própria terra ou até mesmo da humanidade. Esses heróis eram capazes de feitos absurdos. Como Hércules, que realizou 12 trabalhos impossíveis para ser perdoado por matar a própria esposa; ou Jasão, que viajou meio mundo num barco e sobreviveu a sereias, dragões, feiticeiras e afins, apenas para vingar a morte do pai pelas mãos de seu tio.

Os heróis eram aqueles que se opunham aos deuses e aos males do mundo.

Mas, apesar de serem a epítome da beleza, força e persistência, todos esses heróis tinham algo em comum:  até mesmo aqueles que carregavam uma parte divina eram, em essência, humanos. Ou como diria Nietzsche: demasiadamente humanos.

Sim. É isso mesmo.

Hércules assassinou sua própria família, tendo a deusa Hera usado sua própria fúria e sede de sangue contra ele mesmo. Jasão fez de tudo para vingar seu pai e ficar com a feiticeira Medéia, para no fim se tornar um homem tão cruel quanto o homem que matara seu pai. Orfeu, pobrezinho, levado pelo próprio amor desesperado, foi ao inferno buscar Eurídice e jogou fora todo o seu esforço quando olhou para sua amada, desobedecendo Perséfone, e morreu de tanta angústia. Aquiles, ébrio na altivez da própria invencibilidade, jamais se preocupou com seu calcanhar, o lugar por onde fora morto no fim das contas.

E assim nasceram os heróis: poderosos, imponentes, altivos. Mas falhos. Principalmente falhos.

Nos mitos gregos nunca eram os poderes dos heróis que ensinavam lições para os ouvintes, mas as falhas cometidas por eles.

O tempo passou, as culturas cresceram e figura do herói envelheceu. Ou melhor: evoluiu, amadureceu, modernizou-se.

A politização do herói

Um pouco antes da Segunda Guerra, durante e após a mesma, o herói (assim como o quadrinho de forma geral) se tornou uma ferramenta política, um artifício midiático para conduzir um determinado público a um determinado pensamento ou opinião.

Os EUA, até então os principais usuários da arte quadrinesca, alavancaram personagens já existentes e produziram novos. Todos com uma roupagem que desse vazão ao novo significado do herói: a incorruptibilidade.

Numa clara tentativa de mostrar sua superioridade em relação aos ideais desumanos do Nazismo, os Aliados investiram em figuras que representassem ética inabalável, completa intolerância para com o mal e, em alguns casos, ideais de preservação da vida humana, já que o mundo combatia monstros sem qualquer apreço à vida.

Os Aliados vencem a guerra. Os EUA explodem duas bombas nucleares no Japão, matando milhares de inocentes. O mundo finalmente solta a respiração e ficamos com a nova figura do herói: aquele que abandonou quase por completo sua natureza humana e falha; agora ele não mais desafia os deuses, pois é praticamente um deles.

Nos últimos 40 anos, vimos um processo de humanização em muitos personagens de quadrinhos. Demolidor, Justiceiro, Motoqueiro Fantasma, algumas histórias do Batman, Superman, Cavaleiro da Lua, Hulk e Homem-Aranha, para citar alguns, são exemplos muito claros disso.

Mas, muitas vezes, essas histórias não descem na goela de quem ainda gosta muito da visão messiânica de alguns heróis. E não há problema nisso. Ainda estarão lá as histórias em que os heróis representam valores às vezes completamente desassociados da nossa realidade cotidiana.

Agora, também há quem queira ver seus personagens favoritos enfrentando dilemas — e não apenas dilemas, mas consequências de escolhas erradas. Alguns querem vê-los passando pelo mesmo processo da fênix: caindo, derrotados, e então se reerguendo das cinzas.

Aprofundamento

Li muitos comentários sobre as falas de Snyder. Alguns diziam que “matar pessoas não traz profundidade ou complexidade a um personagem, não o torna maduro”. Em tese, matar ou poupar não trazem maturidade a um personagem. Tudo se trata de como isso será trabalhado.

A Vertigo (selo adulto da DC) está desconstruindo o gênero “herói” há anos. Watchmen, V de Vingança, Preacher, Hellblazer, para falar de poucos.

É disso o que se trata: abordagem.

Há décadas, Superman e sua galeria de vilões têm lutado em Metrópolis e destruído dezenas de prédios, praças e residências. Ou você acredita em um plano de evacuação via teletransporte ou aceita que centenas já morreram (ou no mínimo tiveram projetos, conquistas e bens destruídos) por conta de pura irresponsabilidade heroica.

Batman, em Gotham, está espancando vagabundos há bastante tempo. Quase nunca assassinou um diretamente, mas você pensa em um serviço especial de atendimento médico a criminosos feridos em fábricas, lojas, becos, tetos, porões e afins, ou você admite de uma vez que um cara com costelas quebradas, traumas em vários ossos e hemorragias variadas no meio da noite tem poucas chances de sobreviver. E Batman não bate devagar, vale ressaltar.

Conclusão

É um tanto simples: heróis matam, sempre mataram, direta ou indiretamente, por vingança ou por obrigação. Existem mortes, falhas e consequências embutidas na figura do herói desde seu nascimento e não há problema em ver isso sendo trabalhado. Só precisa ser feito de forma consciente.

Os fãs, por sua vez, precisam, além de amadurecer, deixar o egoísmo de lado. Há quem queira ver heróis em tela sendo representados com violência e drama. Enquanto isso for tratado como algo abjeto ou “coisa de outro mundo”, o meio nerd vai continuar sendo essa comunidade de lordes sentados em seus tronos, guerreando uns contra os outros sobre quem tem o melhor gosto: inclusive aqueles que batem o pé em favor da representatividade no cinema nerd — mas só até a página 2.

Shazam | Divulgadas primeiras avaliações

Neste sábado (23) começaram a sair os primeiros reviews de Shazam e aparentemente, na crítica, o filme já é um sucesso absoluto.

O IGN deu nota 8.8/10.

ign site shazam

 

IndieWire deu um B+ para o filme.

indieware shazam

Comicbook deu 5 estrelas de 5.

comicbook shazam

No Rotten Tomatoes, o filme abriu com 97%.

Então fique atento (a) pois nossa redação atualizará esta matéria, conforme forem saindo mais avaliações.

Todos nós temos um super-herói dentro de nós, só precisamos de um pouco de mágica para fazê-lo vir à tona. No caso de Billy Batson (Asher Angel), ao gritar a palavra SHAZAM! esse esperto garoto órfão de 14 anos pode se transformar no herói Shazam (Zachary Levi), cortesia de um antigo mago. Ainda uma criança por dentro de um corpo musculoso, Shazam releva nessa versão adulta dele mesmo o que qualquer adolescente faria com superpoderes: se divertir! Ele pode voar? Ele tem visão de raio-x? Ele pode soltar raios das mãos? Ele pode fugir da prova de estudos sociais? Shazam sai para testar os limites de suas habilidades com o descuido divertido de uma criança. Mas ele precisará dominar esses poderes rapidamente para conseguir lutar contra as mortais forças malignas controladas pelo Dr. Thaddeus Sivana (Mark Strong).

Fique ligado no site para mais informações!

Adão Negro | Divulgadas informações sobre o filme

Originalmente, Adão Negro deveria aparecer em Shazam!mas os planos mudaram e o personagem agora está obtendo seu próprio filme solo. Isso está sendo trabalhado pelo que parece uma eternidade, mas de acordo com o That Hashtag Show, Adam Stykiel — que foi contratado em 2017 — entregou recentemente um novo rascunho do roteiro inspirado no trabalho de Geoff Johns no início dos anos 2000.

Dizem que Carter Hall, também conhecido como Gavião Negro, terá um papel no filme e ele estará enfrentando o anti-herói titular. A Warner Bros. está procurando por um ator na faixa dos 30 aos 35 anos que possa encarar a luta com Dwayne “The Rock” Johnson.

Curiosamente, os personagens Esmaga-Átomo e Stargirl, da Sociedade da Justiça da América — que em breve aparecerão em sua própria série de TV no DC Universe — também deverão aparecer. Eles são um casal nos quadrinhos, e o estúdio está de olho em atores na faixa dos 20 aos 29 anos para interpretar os heróis.

Como a produção de Adão Negro não deve começar até o início de 2020, vai levar algum tempo até que nós vejamos algo desse filme, mas a seleção de elenco poderia facilmente começar a aparecer durante a segunda metade do ano.

Fique ligado no site para mais informações!

Fonte: Comicbookmovie

Shazam! | Primeiras reações são positivas

As primeiras reações de Shazam! estão saindo e os fãs podem ficar felizes e aliviados, já que aparentemente o filme está recebendo mil e um elogios.

Fiquem com algumas reações:

BRANDON DAVIS do COMICBOOK.COM

“Shazam é um filme tão brilhante. É tremendamente divertido, e incrivelmente assustador em alguns momentos (obrigado, David F. Sandberg). Ele supera todas as expectativas e é o meu novo filme favorito da DC.”

ASH CROSSAN do ENTERTAINMENT TONIGHT

“Shazam ficou muito perto do perfeito na minha opinião. Meu filme favorito da DC (DCEU? Do que chamamos agora?) de longe. Puro de coração, incrivelmente engraçado, cheio de piadas internas e referências. Trouxe-me uma alegria infantil assistindo. Esse papel foi FEITO pro @ZacharyLevi … & Jack & Asher e todo o elenco.”

ERIK DAVIS DO FANDANGO

“Shazam é grande, pateta, amável e diferente de tudo que DC já fez antes. Definitivamente na veia de ‘Quero Ser Grande’ com Tom Hanks, mas com a ação de super-heróis e muitas referências ao Batman e Superman. Eu curti tanto esse filme que queria dar um abraço de urso nele ao final. Os filmes da DC continuam melhorando.”

PERRI NEMIROFF DO COLLIDER

“Shazam é uma delícia absoluta! Super vibrante, toneladas de coração e uma grande vibração divertida. O elemento da família é muito encantador assim como o humor que acompanha as cenas com @ZacharyLevi explorando seus novos poderes. Disse isso depois de ‘It – A Coisa’, mas vale a pena repetir: @Jgrazerofficial é uma estrela.”

JIM VEJVODA DO IGN.COM

“Zachary Levi nasceu para fazer o Shazam. Ele dá muitas risadas ao lado da co-estrela Jack Dylan Grazer. O filme traz grandes surpresas para os fãs de quadrinhos e oferece apelo mainstream suficiente para conquistar novos fãs. As forças de Shazam superam definitivamente suas fraquezas.”

JENNA BUSCH DA SYFY FANGIRLS

“Finalmente permitiram dizer que Shazam foi fantástico! Cheio de amor e pura infância realizada. É engraçado e o tom é exatamente correto. @zacharylevi é perfeito no papel, assim como @asherangel, que eu estou convencida de que é o irmão de @maisie_williams!”

DEN OF GEEK

“Shazam é uma alegria absoluta. Ambos definitivamente no DCEU e nada como qualquer filme do DCEU até agora, é engraçado, caloroso, tem bom coração, bobo e o elenco é fantástico. Atente para o nosso review em breve.”

MANSOOR MITHAIWALA DO SCREENRANT

“Shazam é emocionalmente desigual, e ainda assim absolutamente DIVERTIDO. @ZacharyLevi aperfeiçoa Shazam, embora @Jgrazerofficial seja o verdadeiro herói aqui. No geral, é um filme mediano de super-heróis – mas é um filme que parece um respiro de ar fresco.”

PETER SCIRETTA DO SLASHFILM

“Shazam é meio Esqueceram de Mim, meio Quero Ser Grande, um filme de super-heróis para agradar multidões cheio de alegria e agradável para toda a família que fica um pouco exagerado e extravagante às vezes. É divertido e engraçado, e fiquei surpreso com o quanto ele usa o coração.”

ERIC EISENBERG DO CINEMABLEND

“DC está finalmente construindo uma sequência sólida: Shazam é uma delícia! Sua estrutura de origem familiar é perdoável por causa de todo o novo que ele traz para a mesa – principalmente, é contente, tem um entusiasmo infantil e perspectiva sincera sobre a família. É também o papel que Zachary Levi nasceu para interpretar.”

PAUL SHIREY DO JOBLO.COM

“Shazam é uma brincadeira engraçada que capta a inocência e o desafio de ser um super-herói e uma criança de uma só vez. É inteligente, divertido e heróico, com um aceno óbvio para os clássicos dos anos 80, como Quero Ser Grande, Os Caça-Fantasmas, Goonies, etc.”

Fiquem atentos no site para mais informações!