Liga da Justiça | O nascimento do novo Homem de Aço

Liga da Justiça finalmente estreou em solos brasileiros e vem ganhando rapidamente popularidade entre os que já viram. Um novo recomeço para a DC Comics nos cinemas, uma nova era. Era em que finalmente vemos a maior equipe de super-heróis dos quadrinhos, ganhando vida. E que vida! Mas em outro momento falaremos da Liga em si. Agora estamos aqui para falar do personagem que estava envolto de mistério – sobre sua morte e sua volta; o Homem do Amanhã, o Homem de Aço, o Superman.

Em uma recente entrevista, Henry Cavill disse que o herói, seria mais “confiante e esperançoso”, e foi exatamente o que vimos. Desde os minutos iniciais do filme. Apesar das opiniões polarizadas a respeito do Superman de Cavill, seu personagem foi o único que teve sua história completamente contada no DCEU. Vimos seus primeiros passos em O Homem de Aço, sua luta por aceitação em Batman vs Superman, e agora, chegamos ao Superman definitivo em Liga da Justiça. Zack Snyder soube trabalhar de maneira muito humana – e recebeu a ajuda, mais que bem-vinda, de Joss Whedon nesse filme -, para fazer do Superman um verdadeiro super-herói, nessa jornada de três filmes. Por mais que várias pessoas não concordassem com as visões do diretor, ele mostrou todos os caminhos difíceis que o herói teve que percorrer para ser quem ele é, e assim, poder sorrir mais.

A volta triunfante do Homem de Aço em Liga da Justiça, é, quase literalmente, um novo nascimento para o herói. Com um espírito renovado para ser a bússola moral do mundo. Isso reflete tanto na sua personalidade quanto em sua roupa, que traz um azul e vermelho muito mais vivos que nos filmes anteriores. Clark parece ter encontrado a paz. Encontrou o motivo para ser quem ele deveria ser: o maior super-herói de todos os tempos. E como eu – ou melhor, nós, estávamos ansiosos por isso! Henry Cavill conquistou de vez, o direito de ser chamado de Superman. Agora corra! Entre em um beco, desabotoe sua camisa e deixe o brasão da Casa de El voar.

Christopher Reeve 65 Anos | O homem que podia voar

Inicialmente, o clássico comandado por Richard Donner, procurava um ator conhecido para o papel de Clark Kent – tendo atraído o interesse de Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger – teve a recusa de outros como James Brolin e Burt Reynolds. A partir dessa dificuldade em achar um ator “A” para o Superman, foram atrás de atores desconhecidos, e o nome Christopher Reeve foi mencionado pela primeira vez. Porém foi recusado, por ser magro e jovem. Mas com a insistência de Lynn Stalmaster (diretor de elenco), Donner acabou aceitando que o jovem, de 1,93m, fizesse um teste. E ele só precisava de uma oportunidade para mostrar que seria o Último Filho de Krypton.

Carismático, com um olhar alegre e tímido, Christopher Reeve fez o que o material de divulgação do filme de 1978 prometia:

Você vai acreditar que um homem pode voar.

Sim! Ele fez todos acreditarem que o homem podia chegar as estrelas. Juntamente com os efeitos visuais revolucionários, para a época, do filme (premiado com um Oscar especial de efeitos visuais e mais 3 indicações), Reeve foi do anonimato ao estrelato do dia para a noite. Fazendo com que Superman: o Filme tenha rendido 300 milhões de dólares, sendo um sucesso de críticas.

Um sucesso que o transformou no rosto do super-herói criado por Jerry Siegel e Joe Shuster. Reeve interpretou Clark Kent e Superman com tanta maestria e naturalidade, nas opostas personalidades, que realmente nos faziam (e ainda fazem) duvidar que eram a mesma pessoa. A mudança na fala, na postura e no comportamento, ligados ao grande carisma de ambas contra-partes do herói, que Reeve proporcionou, fizeram do Superman um ícone ainda maior, se isso era possível. E claro, seu grandioso heroísmo, marcado pela maravilhosa cena de resgatar Lois Lane de uma queda e segurar um helicóptero com a outra mão, enquanto a clássica trilha de John Williams tocava ao fundo.

O Superman estava ali. Não o fictício, mas o real. Christopher Reeve se transformou no Homem de Aço. Não havia mais a separação. Feche os olhos. Imagine o Superman. A possibilidade dele se parecer com Reeve, é muito grande. E também ao fato que o Superman “pós-Reeve”, passou a ser ilustrado nos quadrinhos com base no ator. Christopher Reeve foi o primeiro ator a se consagrar no papel de um super-herói e com certeza Superman: O Filme foi um dos pioneiros do gênero nos cinemas. Considerados por muitos ainda, o melhor filme do herói.

Infelizmente, em 1995, Reeve sofreu um grave acidente (caindo de um cavalo) que o tornou tetraplégico. Em 1996, um ano após o trágico acidente, foi aclamado de pé na cerimônia do Oscar por vários longos minutos, demonstrando todo o carinho daqueles que o viram voar pela primeira vez em 1978. E isso só reforçou o quanto Reeve era verdadeiramente um super-herói. Mostrou superação, criou a Christopher Reeve Paralysis Foundation, lutando por pesquisas com células-tronco e melhoria de vida para pessoas como ele. Ainda foi homenageado no seriado Smallville em 2003, interpretando o Dr. Virgil Swann. Pouco tempo depois, Reeve veio a falecer, (10 de Outubro de 2004) devido a um infarto causado por uma infecção.

Hoje, dia 25 de Setembro de 2017, Christopher Reeve completaria 65 anos de idade; e nós, fãs de quadrinhos, dos filmes e do Superman, sentimos a falta desse Super-Homem que nos ensinou que voar, ter uma capa e um símbolo, não é nada, perto da diferença que podemos fazer com a nossa esperança e nossos sonhos. Parabéns, Reeve! 

 

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Len Wein, do Pântano ao Carcaju

“Abençoado por ter conhecido Len Wein. Eu o encontrei pela primeira vez em 2008. Eu disse para ele – do seu coração, sua mente e de suas mãos nasceu o maior personagem da história dos quadrinhos”. Publicou Hugh Jackman no Twitter, prestando uma última homenagem ao quadrinista, que faleceu no dia 10, e foi co-criador de seu mais famoso personagem no cinema; e um dos mutantes mais queridos e brutais das HQs: Wolverine.

E não faltou homenagens de diversos nomes do ramo dos quadrinhos prestando a sua homenagem a um dos “melhores escritores, editores e pessoas da indústria”, como publicou o co-criador de Deadpool, Fabian Nicieza. Brian Michael Bendis (criador de Alias) foi quem anunciou o falecimento de Wein nas redes sociais, e mais tarde falou sobre o quanto o escritor devia ser honrado: “o Wolverine é tão famoso quanto Harry Potter ao redor do mundo e Len deveria ser honrado da mesma maneira que JK seria.”

Len Wein, nascido em 1948, fez seu primeiro trabalho na história “Eye of the Beholder”, para a DC Comics, na revista Teen Titans #18 (Dezembro de 1968), em co-autoria com Marv Wolfman. E fez outros trabalhos com mistério, terror e faroeste nos anos seguintes. Passando pelo Marvel Comics, Wein teve seu primeiro trabalho com Demolidor, em Daredevil #71 (Dezembro de 1970). Após seu tempo em Demolidor, passou a escrever para a DC em Adventure Comics (com Supergirl e Zatanna), The Flash e Superman. Wein e Bernie Wrightson criaram um de seus personagens mais famosos, na revista de horror The House of Secrets #92 (Julho de 1971), o MONSTRO DO PÂNTANO, que logo ganhou popularidade; e a famosa mini-série Saga of the Swamp Thing (1980) – um dos primeiros trabalhos do renomado Alan Moore, com edição de Wein.

Começou a trabalhar regularmente na Marvel, sendo editor-chefe e escrevendo diversos títulos, como Marvel Team-Up, Thor, Fantastic Four, The Amazing Spider-Man e The Incredible Hulk. Em 1975 juntou-se ao artista Dave Cockrum e reviveu a criação de Lee e Kirby, os X-Men, que não possuiam revista há 5 anos. A equipe foi reformulada e a dupla lançou mutantes icônicos, como Tempestade, Noturno e Colossus. Len Wein aproveitou de um personagem seu, criado junto com John Romita, para acrescentar a equipe de mutantes. A sua maior criação, o WOLVERINE. Que foi criado como um vilão do Hulk, em The Incredible Hulk #180 (Outubro de 1974). E se tornou popular rapidamente.

Retornando a DC, ajudou a reformular vários personagens, como o Besouro Azul e Mulher-Maravilha de George Pérez. Escreveu personagens como Batman e Lanterna Verde, e criou o executivo da Fundação Wayne, Lucius Fox (Batman #307). Trabalhou como editor-chefe da Disney Comics nos anos 90 e depois escreveu diversos episódios de séries animadas de Batman, X-Men, Homem-Aranha e outros.

Len Wein foi premiado e adorado no meio da indústria de quadrinhos. Sendo o influenciador de diversos quadrinistas, entre eles Alan Moore e Neil Gaiman – que escreveu em sua rede social uma mensagem: “Ele mostrou para um garoto de 12 anos que quadrinhos podiam ser literatura”. Wein se tornou uma lenda para aqueles que o seguiam e continuará assim para todos os amantes da nona arte. Segundo Joss Whedon (diretor de Os Vingadores), Len Wein foi “co-iniciador da era moderna dos quadrinhos com sua maior metáfora. E muito mais”. Jim Lee, co-editor da DC, também homenageou o artista: “O que estamos fazendo hoje nos quadrinhos é baseado no trabalho pioneiro de pessoas como Len. Todos temos uma grande dívida de gratidão com ele”. E nas palavras de Diane Nelson, presidente da DC Entertainment, eu, a empresa e a indústria como um todo, vamos sentir sua falta.

Ben Affleck | O Batman que não escolhemos, mas aquele que queríamos.

Eu quero que você se lembre, Clark, em todos os anos por vir, em seus momentos mais íntimos. Eu quero que você se lembre da minha mão na sua garganta, eu quero que você se lembre do único homem que te derrotou.” Foi com essa clássica frase da famosa Graphic Novel de Frank Miller, O Cavaleiro das Trevas, que Harry Lennix (Calvin Swanwick de O Homem de Aço e Batman vs Superman), anunciou, na San Diego Comic-Con 2013, que Batman enfrentaria o Homem de Aço nos cinemas. Restava saber quem seria o novo Homem-Morcego.

Quase 4 anos atrás, Ben Affleck era escolhido para ser o novo Batman; mais velho, mais experiente, mais “Frank Miller”. “Ben será um contraste interessante ao Superman de Henry Cavill. Ele tem as habilidades necessárias de atuação para dar uma interpretação cheia de nuances a um homem que é mais velho e sábio que Clark Kent e traz as cicatrizes de um veterano combatente do crime e ao mesmo tempo mostrar o charme do bilionário Bruce Wayne. Mal posso esperar para trabalhar com ele”, comentou o diretor Zack Snyder.

Contudo, a escolha foi extremamente criticada pelos fãs do Morcego, que fizeram abaixo-assinados para tirar o ator e ameaçaram boicotar o filme. Mas quando saiu a primeira foto de Affleck com o uniforme do herói, as opiniões começaram a se dividir. O uniforme não era uma armadura, o tecido reforçado era cinza – como os fãs vinham pedindo a anos – a máscara fazia jus ao apelido Cruzado Encapuzado e Affleck estava com o físico – e o queixo – digno do Batman de Miller.

As opiniões melhoraram ainda mais com o lançamento do filme, Batman vs Superman: A Origem da Justiça. Entre muitas polêmicas sobre o filme – que não entraremos no mérito aqui – o Batman de Ben Affleck foi extremamente elogiado, e chamado de o melhor Batman dos cinemas por diversas pessoas. E é inegável de que o “Batfleck” foi um Batman diferente dos demais,  mais fiel aos quadrinhos. A começar pelo uniforme, extremamente fiel, com suas variações – como a armadura para enfrentar o Superman – e muito prático. Os gadgets foram usados com sabedoria, mostrando todo o preparo do cinto de utilidades. As cenas de ação talvez tenham sido a principal mudança em relações as representações anteriores. Um Batman que usa de todos os seus recursos e mostra todos os seus anos de treinamento em diversas artes marciais, fizeram com que todo fã do Cavaleiro das Trevas se empolgasse com a cena de luta no armazém. E muito além do ótimo Batman, Affleck conseguiu demonstrar todo o peso que Bruce Wayne carregava consigo, depois de anos na batalha contra o crime em Gotham City – e até mesmo já tendo perdido um de seus Garotos Prodígio. Ben Affleck se consolidou, em apenas um filme, como o Batman preferido de muitos. O ator vinha de um momento crescente na carreira (ganhando Oscar por Argo) e mostrando seu talento como roteirista e diretor. Tanto que foi confirmado como roteirista e diretor do próximo filme solo do Batman. Contudo, vários problemas ameaçaram sua carreira. Affleck abandonou o posto de diretor de The Batman e outros diversos projetos, para se cuidar. Nesse meio tempo Matt Reeves assumiu a direção de The Batman e anunciou há alguns dias que descartaria o roteiro feito por Affleck e Geoff Johns. Foi ai que os rumores que ele seria trocado pela Warner e deixaria o posto de Batman surgiram.

Felizmente, para nós fãs, a San Diego Comic-Con 2017, chegou no último final de semana, e com ela o próprio ator desmentiu os rumores de que deixaria o papel. “Deixe-me ser muito claro: eu sou o cara mais sortudo do mundo”, disse Affleck. “Batman é a parte mais legal em qualquer universo. Estou emocionado de interpretá-lo (…) É íncrivel ser o Batman, eu estou nas nuvens e muito animado”, acrescentou. E ainda resolveu elogiar o grande trabalho de Matt Reeves em Planeta dos Macacos: A Guerra, dizendo que seria um macaco no chão por ele.

Se depender de Ben Affleck, teremos ele como Batman por muito tempo e não faltou empolgação por parte do ator. Sendo assim, dia 22 de Julho de 2017, foi o “Dia do Fico” de Ben Affleck e ficamos animados por isso, e com certeza histórias boas virão. 

E enquanto seu filme solo não chega, podemos ver Ben Affleck como Batman, no filme da Liga da Justiça, que estreia dia 16 de novembro de 2017.

Já ouviu falar em… Remothered: Tormented Fathers?

 “Já ouviu falar em…” é a nova coluna original da OMDHQ, que traz, uma vez por semana, textos informativos e breves (ou não tão breves assim) sobre títulos de games que nossos leitores podem não conhecer, sejam eles sobre novidades ou jogos já consagrados, porém pouco conhecidos pelos gamers brasileiros.

O horror finalmente volta às suas origens.

Jogos de horror modernos, em sua maioria, não passam de momentos repletos de jump scares batidos e muitas vezes previsíveis. Felizmente, para a alegria dos nossos discípulos aficcionados pelo gênero, esse não é o caso de Remothered: Tormented Fathers, o novo jogo de horror psicológico em terceira pessoa, escrito e dirigido por Chris Darril (Darril Arts) e desenvolvido em parceria com o estúdio independente italiano Stormind Games

Trazendo um foco maior em histórias com tramas bem desenvolvidas e que visam arrepiar até os cabelos da nuca, o estúdio preza pelo medo como parte de um roteiro bem amarrado e situações de risco que prometem deixar os jogadores na ponta dos pés, ao contrário de muitos títulos já consagrados e conhecidos da indústria. O projeto foi, inicialmente, idealizado em 2007 como uma homenagem a Clock Tower – um clássico point-and-click de horror do renomado diretor Hifumi Kono –, mas as inspirações não param por aí: fãs da série Silent Hill certamente notarão uma forte influência da franquia nesse novo game, principalmente pela forma como certos eventos são retratados no jogo, nos elementos de gameplay e na ambientação totalmente arrepiante.

Remothered: Tormented Fathers é o primeiro capítulo de uma série inicialmente planejada como trilogia, mas que só foi aprovado pela Steam Greenlight em 25 de abril de 2017, com seu desenvolvimento entrando em beta fechado no dia 22 de junho, também desse ano. O game é desenvolvido na poderosa Unreal Engine 4 e estará disponível via Steam (PC) e PlayStation 4, no momento sem uma data específica, mas com lançamento previsto ainda para esse ano.

Sinopse:

Rosemary Reed, uma mulher fascinante de 35 anos, chega à casa de um notário aposentado, Dr. Felton, que sofre de uma misteriosa doença. A mulher é recebida pela senhorita Glória, a enfermeira que cuida do velho. Quando Rosemary revela quem realmente é e suas reais intenções, o terror se inicia. As investigações de Rosemary a farão acreditar que o desaparecimento da filha de Dr. Felton, Celeste, esconde um terrível massacre. Dr. Felton e sua esposa, Arianna, podem ser os únicos a saberem a verdade, incluindo o segredo por trás da verdadeira identidade de Celeste e um culto de freiras fanáticas vestidas de vermelho.

Se interessou? Quer passar medinho? Então pegue a bíblia mais próxima, bote uma fralda e acompanhe as novidades de desenvolvimento do game pelas páginas de Remothered no Facebook, YouTube, pelo site oficial e, claro, fique ligado nos posts da OMDHQ, lá no nosso Facebook.

Confira o trailer de anúncio e a galeria de imagens do jogo:

A Geração atual de nerds ficou mais crítica ou mais chata?

Primeiramente, devo dizer que o objetivo desse texto não é atingir a as pessoas que não gostam ou se interessam pelos assuntos do mundo nerd, e sim aquelas que se dizem “nerds” “Geeks” e vivem de criar Hate em cima de filmes personagem pelo simples motivo de nada

 

Olá Pessoas, Nerdzinhos e nerdzinhas de nossa nova geração e sociedade, meu nome é Leonardo Lima e sou um administrador geral do veículo O Mestre da Hq, como alguns sabem  eu sou grande fã de quadrinhos e tudo que engloba esse mundo, desde animação até cinema, muitos sabem também que meu personagem favorito dos quadrinhos é o Homem-Aranha.

E como um bom fã, estou ansioso pelo Homem-Aranha: de volta ao Lar, não é surpresa pra ninguém que esse é o filme mais esperado do ano pra mim( nesse caso sim, é uma opinião minha), o Plot do filme foi basicamente todo revelado em trailers e está claro que, esse filme fugirá velha curva de roteiro dos filmes anteriores de Homem-aranha (Herói vivendo sua vida>vilão surge>vilão sequestra a namorada>herói luta contra vilão por isso), de fato teremos um filme inovador depois de 5 filmes com a mesma premissa, mas não, a Nova classe de “Fãs de filme de Herói Nerd” tem que reclamar de tudo, como se tivesse conhecimento empírico sobre tudo, ” Ai meu Deus esse CGI bosta”, “ai não gosto desse uniforme”, ” preferia o primeiro chama o tobey( idoso) de volta”, ” ai por que tem tony Stark?! não é necessário”, na boa vivemos na melhor época para nós, “nerds”, vivermos, mas ao que me parece as pessoas ao invés de agradecerem, reclamam continuamente de tudo, e não, não tô falando de críticos de cinema que são pagos para darem a opinião técnica deles por aquilo que estudaram, to falando daqueles que se dizem ” sou fã, sou nerd, adoro quadrinhos, filmes de heróis, mas esse filme será uma merda” isso tudo sem ver o filme ou se baseando em simplesmente nada.

Não estou dizendo que você não deve ter opinião crítica, que você não pode não gostar de algo, porém sinto falta da época que assistia um X-MEN da vida e as pessoas iam comentar dizendo ” nossa que filme sinistro meu” ou assistia o primeiro Homem-Aranha da sony e dizia ” nossa olha esses efeitos ( mesmo que houvessem erros)” ou então ” não seria massa se os outros heróis aparecessem junto a ele que nem no desenho?” As pessoas estão deixando de lado aquilo que dizem amar pra criticar de forma descabida adaptações. Outro exemplo disso são Pessoas que jogam pedra no universo DC que mesmo tendo seus problemas está se erguendo. O fato deles estarem mudando procurando uma fórmula que de certo e terem acertado em Mulher maravilha é algo para que, fiquemos animados, mas não vemos aos montes as críticas de quem diz que ama aquilo, que cresceu com aquilo, que parava em frente a TV quando era pequeno e assistia só animações da Liga ou filmes clássicos do Batman ou Superman e ficava feliz, por que ali o que importava não era O Roteiro Ultra elaborado,não era Os Mega Efeitos especiais Hollywoodianos, mas sim o amor que você sentia por ver algo que saiu do papel e se tornou “real em sua frente”.

Tendo dito isso só posso concluir que estamos na melhor geração no cinema pros nerds, e com as piores pessoas para consumir, a criança que você foi estaria feliz ou triste com o que você se tornou? provavelmente ela não ligaria por que ela ama sem se importar com os pequenos detalhes.


Obs: isso não quer dizer que se um filme for realmente péssimo não podemos dizer o que pensamos, é só uma pequena crítica a gente sem noção

Entrevista – Capa Comics | Geek & Game Rio Festival 2017

Entrevista – Capa Comics | Por Beatriz Fonseca

Entrevistei João Carpalhau, criador da Capa Comics, que hoje tem mais de 20 pessoas na sua produção. A Capa Comics Surgiu de uma iniciativa de moradores da Baixada Fluminense, Rio de Janeiro, que cresceram com o sonho de fazer histórias em quadrinhos no Brasil, mas seguiram rumos diferentes, trabalhavam em jornais locais. Houve uma vazamento químico em Caxias, Baixada Fluminense – RJ, e surgiu a urgência por reportagens, João pensou : ‘’ Se estivéssemos em Nova York, isso virava um quadrinho, mas porque Nova York? Arte é Arte em todos os lugares.’’

A diferença da Capa Comics é a sua fidelidade as origens do seu território, onde o ‘’tênis fica pendurado do fio do poste’’, mostrar que mesmo sem precisar ir pra fora do País, um quadrinho pode fazer sucesso, não cobrando muito, pois a realidade da Baixada Fluminense é dura, mas levando cultura, isso que importa.

Mesmo não sendo convidados para eventos grandes, criaram o seu próprio evento de divulgação, a Gibizeira, que foi um grande sucesso.

Sobre o objetivo do Capa, João diz : ‘’ ’Levar quadrinho Brasileiro pro mundo, fugir da padronização que o mercado busca, trazendo uma identificação regional para os moradores da Baixada Fluminense, que é um celeiro de cultura não encontrada, mostrar nossa identidade.’’ Chamo de Reafirmação, sua última frase na Entrevista foi : ‘’É FAZER ARTE, NÃO FAZER PRODUTO!’’


Contatos :

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Próximos eventos do Capa Comics :

– Gibizeira – 9 a 12 de Maio / Pier Mauá – Rio de Janeiro
– Gibizeira – 20/05 – O Velho Mestre – Cervejas Especiais – Caixas/RJ.