Crítica | King’s Man: A Origem “Bom para entreter”

Os agentes da Kingsman estão de volta às telonas!

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The King's Man: A Origem', terceiro filme da franquia Kingsman, ganha  teaser inédito - ISTOÉ Independente

Os agentes da Kingsman voltam às telas do cinema. Em King’s Man: A Origem, que continua na direção de Matthew Vaughn, vamos ser apresentados para os acontecimentos que levaram à criação da agência, onde um homem precisa combater os piores criminosos da história e evitar que destruam a humanidade.

A sequência possui um elenco que conta com Ralph Fiennes (Orlando Oxford), Harris Dickinson (Conrad Oxford), Gemma Arterton (Polly), Djimon Hounsou (Shola), Rhys Ifans (Rasputin), Tom Hollander (George V, Wilhelm II e Nicholas II), Charles Dance (Lorde Kitchener) e Matthew Goode (Maximillian Morton), mas apesar da qualidade do elenco, o filme deixa a desejar, ainda mais se você lembrar de como foi o primeiro, Kingsman: Serviço Secreto, fazendo com que o título infelizmente não tenha boas continuações.

Em geral, essa origem busca continuar a entrega de boas cenas de ação e você consegue se divertir se estiver procurando algo do gênero, com a produção mantendo o bom nível dos primeiros filmes, com boas cenas, fotografia e trilha, mas há coisas colocadas durante o tempo sem muita explicação e a ideia de trazer diversos nomes marcantes da Primeira Guerra Mundial perde o impacto quando vemos a rapidez com que vão sendo descartados, apenas um deles ganhando maior destaque e acaba gerando a dúvida de quem é realmente o maior vilão.

King's Man: A Origem tem estreia adiada

Tirando da mesa o debate sobre atuação, pois cada um entrega bem seu papel, vemos personagens muito caricatos, uma comédia em que dá para se questionar em certas cenas se realmente precisa daquilo e um roteiro meio confuso e bobo com o que quer entregar. No fim, há uma brecha para uma possível continuação, mas há muita gente que espera que isso não aconteça pelo bem da própria história.

Um detalhe que não posso deixar de comentar é a mensagem de vilania e distorção de certo momento e personagem histórico, que por maior que seja o argumento e defesa para ser colocado no roteiro dessa maneira, deixando esse acontecimento, que já é muito tratado de maneira estereotipada, ser abordado de maneira extremamente rasa e imprudente.

De modo geral, o filme consegue entreter como filme de ação assim como os outros e até vale ser visto para fechar a história, mas não tenha grandes expectativas para uma trama mais elaborada. King’s Man: A Origem estréia dia 23 de dezembro nos cinemas.

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