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[Crítica] Power Rangers – um misto de nostalgia e atualidade

Power Rangers é uma franquia que já faz sucesso mundialmente há mais de 20 anos. Criada por Haim Saban em 1993, a série adapta os Super Sentai japoneses para o ocidente, o que acabou por tornar o gênero de show muito popular por aqui.
E depois de 24 anos a franquia ganha um novo filme. Dirigido por Dan Israelite (Projeto Almanaque), Power Rangers adapta os heróis numa nova visão contemporânea que vai agradar os antigos fãs e atrair novos. Nesta visão, Israelite constrói uma nova equipe com os personagens da primeira temporada clássica jogando-os num universo mais sério e pé no chão no maior estilo “e se Power Rangers fosse feito como os filmes de super-heróis atuais?”
A coisa toda começa quando os problemáticos Jason, Kimberly e Billy acabam descobrindo as moedas do poder junto a Zack e a misteriosa Trini em uma pedreira próxima a Alameda dos Anjos. Daí em frente encontram seu propósito na vida: impedir Rita Repulsa de encontrar o cristal Zeo, que pode dar e tirar toda a vida de um planeta. E o filme segue todo esse objetivo de forma interessante, seja na redenção dos personagens que valem um ponto positivo no longa pois são carismáticos cada um a sua maneira (com grande destaque para o Billy de RJ Cyler). Israelite apresenta um foco grande na personalidade dos heróis, construindo com o público uma reação que começa apática trilhando um caminho em que todos acabam adorados.

Os efeitos visuais trazem sensações mistas mas em geral são competentes atingindo um nível bom podendo ser comparados a alguns filmes de heróis atuais neste quesito, valendo o mesmo para a trilha sonora que não é muito complexa mas no geral agrada acrescentando uma releitura do tema clássico da série. O roteiro contribui para isso e mesmo que esperemos um bom tempo para que se tornem mesmo os Power Rangers, o longa não nos deixa cair na monotonia não tornando a jornada de duas horas nem um pouco cansativa.
O longa é repleto de referências a cultura pop e a série original, criando uma homenagem muito bacana para os fãs e deixando aquele gosto de quero mais, porém também deixando um gosto de que poderia ter sido mais. É uma experiência divertida e bem humorada e que com certeza vale seu ingresso.

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