O retorno da parceria entre Arqueiro Verde e Lanterna Verde nos quadrinhos

No início dos anos 70, Neal Adams e Dennis O’Neil foram encarregados de revitalizar a revista do Lanterna Verde, e isso resultou em uma das mais clássicas parcerias nas HQs: Hal Jordan e Oliver Queen. Lanterna Verde e Arqueiro Verde.  Unindo os dois heróis completamente diferentes, em uma aventura pelos EUA, abordando vários temas urbanos e questões sociais, como racismo e drogas. E tendo como a história mais famosa dessa fase, a dependência e luta contra as drogas de Roy Harper, o Ricardito (Speedy, no original). Essas duas duplas marcaram os quadrinhos, trazendo uma abordagem mais adulta para a nona arte.

E agora, anos mais tarde, a dupla Arqueiro Verde e Lanterna Verde, retornaram aos quadrinhos, na fase Renascimento da DC Comics, em Arqueiro Verde #30, com roteiro de Benjamin Percy e arte de Otto Schmidt. A HQ chegou no dia 6 de Setembro nos EUA e deve ser lançada no Brasil em alguns meses.

“O dia que Oliver Queen temia chegou; Arqueiro Verde, o herói mais obstinado da DC, precisa se unir a pessoa que menos imaginava: Hal Jordan, que dará ao Arqueiro Esmeralda uma escada para as estrelas, nessa reunião que acontece no Renascimento.”

Jack Kirby | 100 Anos

O Rei dos Quadrinhos. Assim foi denominado um dos maiores – para alguns o maior – quadrinistas de todos os tempos, pelo grande parceiro (e desafeto mais tarde), Stan Lee. Nascido Jacob Kurtzber (28 de Agosto de 1917), Jack Kirby adotou o nome conhecido anos depois. Conhecido por seu estilo colorido e seus traços inconfundíveis, Kirby logo ganhou seu lugar na indústria de quadrinhos. Tendo parcerias que renderam bons frutos, e trabalhos solos, tanto para a Marvel Comics quanto para a DC Comics.

No início dos anos 40, Kirby fazia trabalhos freelance e foi aí que conheceu seu primeiro parceiro, Joe Simon. Os dois se juntaram e começaram a fazer ilustrações para Martin Goodman, fundador da Timely Comics (que se tornaria a famosa Marvel Comics). E foi em 1941 que Kirby e Simon criaram um dos mais populares super-heróis: o Capitão América. Em dezembro do mesmo ano era lançado Captain America Comics #1, que apresentava na capa o Cap. Steve Rogers como o Primeiro Vingador, socando o rosto de Hitler (e se tornando uma das mais icônicas capas posteriormente). O sucesso das histórias do herói foi imediato, fazendo com que o Capitão América se tornasse ícone dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial. Porém depois de 10 edições, Kirby e Simon se mudaram para outra editora, a DC Comics.

Na DC Comics, Kirby e Simon assumiram o personagem Sandman na revista Adventure Comics. Mas com o final da Segunda Guerra Mundial, os quadrinhos de super-heróis perderam a popularidade, obrigando a dupla a escrever outros gêneros de histórias. Em 1954 a parceria acabou, e Kirby permaneceu na DC para escrever histórias do Arqueiro Verde. Cujo fruto foi uma parceria com Bill Finger (co-criador do Batman), na revista Adventure Comics #250, de 1958, em “Os Arqueiros Verdes do Mundo”.

Depois de alguns desentendimentos, Kirby voltou a Marvel e escreveu diversos títulos de ficção científica e monstros. Tendo criado ao lado de Stan Lee a – agora famosa – árvore humanoide, Groot (Tales to Astonish #13, novembro de 1960). Mas a pedido de Goodman e Lee, Kirby voltou a desenhar quadrinhos de super-heróis em 1961. Foi aí que se deu o início do Universo Marvel. Em um ato que marcou os quadrinhos, em novembro de 1961 era lançado a primeira família de super-heróis, o Quarteto Fantástico, em The Fantastic Four #1. Assim, a parceria Kirby-Lee rendeu ótimos frutos para a Casa das Ideias: Os Vingadores, X-Men, Thor, Hulk, Homem de Ferro, Surfista Prateado, Pantera Negra (e a nação Wakanda) e diversos outros personagens. Durante quase uma década, o “jeito Jack Kirby”, conduziu o Universo Marvel ao sucesso. Contudo em 1970, a briga com Stan Lee e Martin Goodman fez com que Kirby abandonasse a editora e voltasse para a rival DC Comics.

Na Editora das Lendas, Kirby pôde trabalhar em HQs autorais, sob o selo Jack Kirby’s Fourth World. Lançando: Novos Deuses (Apokolips e Darkseid), Sr. Milagre, Povo da Eternidade e o Demônio, Etrigan. E vários personagens desse Quarto Mundo, se tornaram regulares no Universo DC. Depois de mais uma volta a Marvel, Kirby abandonou o mundo dos quadrinhos para trabalhar com cinema e animação. Fez o storyboard de uma série animada do Quarteto Fantástico e depois fez os concepts de um filme baseado no livro de Roger Zelazny, Lord of Light, que nunca foi lançado. Contudo, curiosamente, as artes conceituais feitas por Kirby, foram usadas no falso filme chamado Argo, para uma operação da CIA no Irã, cuja história deu origem ao premiado filme Argo (2012) de Ben Affleck.

Jack Kirby faleceu aos 76 anos em 6 de Fevereiro de 1994. Sendo muito injustiçado pelo parceiro e editor Stan Lee – que reconheceu o erro mais tarde, pedindo desculpas a Kirby – e pela própria Marvel Comics. Felizmente o talento e a genialidade de Jack Kirby não passaram despercebido ao longo dos anos por quadrinistas e fãs. Suas artes são as mais influentes do gênero e sua produção, durante a carreira, apontam mais de 25.000 páginas desenhadas. Sem dúvidas, os 100 anos desse Rei dos Quadrinhos, é uma data a ser comemorada nos quatro cantos do mundo, por todos aqueles que amam quadrinhos, seja Marvel ou DC. O centenário de Jack Kirby merece todas as homenagens. Parabéns, Jack!

Divulgadas novas capas de “Doomsday Clock” a união do universo DC e Watchmen

Doomsday Clock (  O relógio do Juízo final ou do apocalipse) foi anunciado no início do ano como a história que  finalmente reurirá os universos da DC Comics e Watchmen, algo esperado desde o início da linha Renascimento da editora. Geoff Johns, que havia feito o anúncio, veio a público divulgar as primeiras duas capas da série que vai reunir Superman e Doutor Manhattan em um embate ideológico.

Superman Doomsday clock

Doomsay Clock

a revista deve ser lançada  agora em setembro!

 

Fonte: Oracullo

Daytripper: poesia em forma de quadrinho

Brás de Oliva Domingos tem só mais um dia de vida. Pode ser o dia em que ele conhece seu grande amor. Pode ser durante sua grande viagem da adolescência. Pode ser o dia em que ele começou a entender a família. Pode ser quando ele decidiu ajudar seu melhor amigo. Pode ser na velhice. Os grandes momentos da vida, a família de onde você vem e a família que você constrói, ser filho e ser pai, ter amor e ser amado.

Lançada em 2010 pela Vertigo, é o trabalho de maior sucesso dos brasileiros Fábio Moon e Gabriel Bá. Toda uma existência é contada em dez capítulos, os dez dias, perante a inevitável presença da morte.

A excelente minissérie ganhou prêmios Eisner e Eagle e foi também indicada ao Harvey e ao Shel Dorf Awards, tendo ficado duas semanas na lista de coletâneas de quadrinhos mais vendidas do The New York Times. Considerada até o momento a HQ brasileira de maior sucesso que já se viu no exterior.

A HQ, de fato, é maravilhosamente escrita e desenhada por Fábio Moon e Gabriel Bá. É fácil apaixonar-se pelo enredo e seus personagens em seus 10 volumes e suas 24/ 25 páginas. Merecidamente foi premiada. Uma rápida lida e não se quer mais parar de acompanhar as descobertas e infortúnios de Brás.

Qualquer informação a mais sobre a trama poderá ser tida como spoiler, por isso, é recomendável a quem tiver interesse e sensibilidade artística que procure o material para deleitar-se em suas páginas. Posso garantir que se identificará com o tema universal e pessoal dela abordado: escolhas, sonhos, vida e morte. Tudo escrito com um lirismo impressionante.

Daytripper nos faz chorar, pensar, refletir, sentir, e principalmente questionar o valor de nossa finita existência.

As obras nacionais mostram seu potencial e valor como esta pura  arte quadrinizada. Todos os sentimentos como amor, amizade, insegurança, medo, esperança, determinação e fé estão magistralmente sintetizados na ilustração de cores vivas e fortes e no texto.

Agradeço a Brás, Jorge, Ana e todos os personagens dessa bela obra por me encantarem com esta belíssima história que transcendeu as páginas da nona arte.

Attack on Titan 3º Temporada | Estréia

Shingeki no Kyojin originalmente intitulado ou Attack on Titan como também e chamado, terminou sua segunda temporada em torno do capítulo 50 do mangá AoT, mostrando que os titãs são originários de humanos e Eren tem a habilidade misteriosa de controlar os titãs insensatos. trazendo a tona sempre mais e mais perguntas como; Quem é o Titão da Besta? Como a Besta pode controlar os Titan Shifters? Por que os Titãs sem mente estão dentro da parede? Dente outras dúvidas sobre os mistérios.

O anúncio oficial foi feito a partir da conta do Attack On Titan Twitter e a mensagem incluída foi muito breve e direto ao ponto.
“TV Anime Attack On Titan Temporada 3: Nós decidimos começar em 2018! Continue a apoiar a TV anime Shingeki no Kyojin ! Aguarde com expectativa o próximo relatório! #shingeki “eles twittaram.

Lembrando que o Japão divide seus tempos de lançamento de anime em Inverno, Primavera, Verão e Outono. A maioria dos lançamentos de séries de anime com cerca de 12 episódios e episódios adicionais serão exibidos durante uma temporada posterior.
O estúdio WiT ainda não confirmou o número de episódios para Attack On Titan temporada 3, contudo o próximo arco da história do mangá deverá ter no minímo 20 episódios para combinar com os capítulos do mangá.
No melhor dos casos, é possível que o WiT Studio possa planejar a liberação de duas metades da Temporada 3 do AoT em dois períodos de tempo consecutivos em 2018, a data de lançamento de Attack On Titan  provavelmente será em abril de 2018 e os episódios finais serão transmitidos por volta de setembro de 2018.

Boku no Hero Academia SPOILER 3º temporada

Como a segunda temporada terminou com Classe 1-A frente a seus professores na UA, o próximo segmento da história começará com uma pausa no verão. Deku e o resto da Classe 1-A e Classe 1-B estão indo em uma viagem escolar para um campo de treinamento florestal para heróis.

Onde conhecem a mais nova adição ao elenco, que é uma equipe de quatro heróis chamada The Pussycats, composto por Mandalay, Pixie-bob, Ragdoll e Tiger, que são especialistas em operações de resgate nas montanhas. Esses quatro heróis são responsáveis ​​por supervisionar os alunos da UA, garantindo que eles não abusem de suas peculiaridades por maldades. Mas primeiro, com a intenção de ajudar os jovens heróis a desenvolver suas habilidades, pressionando as peculiaridades até o limite eles causam um pouco de caos, criando um deslizamento de terra, depois enviam a classe 1-A para floresta de bestas mágicas. Onde a classe combate feras e logo depois consegue atravessar as montanhas e seguem em direção o campo de treinamento.


Também é apresentado ao público um jovem chamado Kouta, que parece abrigar ressentimento em relação aos heróis. Acontece que o menino tem uma história trágica que o levou a odiar heróis e vilões. Sentindo simpatia, Deku tenta fazer amizade com o menino, mas sem sucesso.
A diversão de férias de verão se transforma quando a Liga dos Vilões invade o campo de treinamento com uma equipe de elite chamada o Esquadrão Ação de Vanguarda.
No qual o vilão insiste que os alunos estão tendo valores e perspectivas forçados a eles pelo design da sociedade dos heróis UA. E afirma que a verdadeira luta é sobre a confiança da sociedade em heróis já que eles apenas fazem seu trabalho por compensação monetária em vez de interesse e honra.
Enquanto isso todos no colégio percebem que deve haver um traidor dentro da UA, uma vez que apenas os professores e os Pussycats conheciam a localização do campo de treinamento onde os alunos foram atacados.


Toda essa ação é uma mera configuração para o confronto entre All Might e seu arqui-inimigo, All For One, o super vilão que conseguiu ferir brutalmente todo mundo há cinco anos. Assim como a forma como All Might passou seus poderes para Izuku Midoriya, All For One está preparando Tomura como seu sucessor e deseja derrotar All Might por ser o melhor no que faz. A verdadeira luta tem o objeto de produzir a próxima geração de heróis e vilões, uma vez que All Might não pode ser o símbolo mundial da paz para sempre.
Em meio à destruição, há revelações sobre All For One e um grande segredo sobre All Might que e revelado ao mundo inteiro. Os fãs também aprenderão a identidade do antecessor de All Might e como as ações dessa pessoa impactaram o mundo de heróis e vilões. Dessa forma pode se dizer que My Hero Academia Season 3 será emocionante, então espero que a terceira temporada de Boku no Hero Academia seja lançada o quanto antes. E que venha 2018.

Boku no Hero Academia 3º Temporada.

Boku no Hero Academia é um dos mangás de mais sucesso da Shonen Jump atual, foi criado pelo escritor Kohei Horikoshi, e é publicado no Brasil pela editora JBC. A série é adaptada para anime pelo estúdio Bones.

E conta a história de Deku, um garoto sem poderes num mundo onde todo adolescente é um potencial super-herói dotado de um dom único.

O escritor da série Mangá, Kohei Horikoshi, esclareceu que My Hero Academia Mangá tem conteúdo suficiente para Boku no Hero Academia para Temporadas 3, 4, e além.
O mangá também terá sagas múltiplas que mudam o foco da história. Embora a série tenha começado como um mangá do ensino médio, Horikoshi espera retratar um dia os personagens principais, enquanto heróis profissionais adultos.
A produtora do anime, Bones não anunciou nada oficial sobre a data de lançamento do My Hero Academia temporada 3, com base na história, a terceira temporada do MHA poderia começar a ser transmitida durante a primavera de 2018, estipulasse ainda que o número de episódios para My Hero Academia Season 3 deve ser 25 episódios, assumindo a relação dois-para-um capítulo do mangá.
O ultimo episódio da segunda temporada e compatível com o Capítulo 144 do Academia My Hero, mas ele prometeu que o mangá será uma série duradoura, Horikoshi revelou que ele traçou toda a história, mas apenas 20% da parcela havia sido lançada até o momento. Isso significa que os fãs podem esperar que a série totalize pelo menos no Mangá, 500 capítulos.

De Volta ao Lar | Uma Ode a Steve Ditko

Apesar de muitos conhecerem Stan Lee – e esperar por seus cameos nos filmes da Marvel – alguns quadrinistas não são tão familiares aos olhos do público leigo aos quadrinhos. E um desses artistas grandiosos, é o recluso e introvertido Stephen J. Ditko – ou apenas Steve Ditko – O outro pai do Homem-Aranha, e talvez, o maior.

Em um dos poucos e raros relatos, Ditko descreveu suas contribuições, e as de Lee, em uma entrevista por correio publicada no Comic Fan #2 (1965): “Stan Lee pensou no nome. Eu fiz a fantasia, disparador de teia no pulso e o sinal aranha”. E assim, em Agosto de 1962, na edição #15 de Amazing Fantasy – a última edição – foi apresentado pela primeira vez o nosso herói Aracnídeo. Sendo um sucesso de venda e ganhando sua própria série, The Amazing Spider-Man.

A partir daí, o jovem Peter Parker, se tornou um ícone das Histórias em Quadrinhos e da Cultura Pop, chegando ao filme mais recém lançado, Homem Aranha: De Volta ao Lar. E é nesse filme que aquele herói criado por Steve Ditko entra. Deixando de lado toda tecnologia e modernidade que o filme possui e em meio a tantas homenagens e referências – Clube dos Cinco, Curtindo a Vida Adoidado e aos antigos filmes do Homem-Aranha – a principal fonte de influência para esse novo filme, é Steve Ditko. O filme não tem a pretensão de ser o maior filme de super-herói, mas propõe-se a ser igual uma excelente leitura de um quadrinho do Amigão da Vizinhança. E possui todo aquele cuidado que Ditko tinha com as histórias; as cenas do herói fluem como uma página de HQ – até mesmo alguns ângulos filmados lembram quadros de um gibi – e tornam esse Homem-Aranha uma reverência ao seu “pai”.

O uniforme, criado pela figurinista Judianna Makovsky, é uma releitura do clássico criado por Ditko. A pequena aranha no centro, os cartuchos de fluido de teia na cintura, as “asas” de teia, são apenas detalhes que deixam Tom Holland com o mesmo visual exatamente pensado por Steve Ditko. Vale mencionar também, a pequena referência na jaqueta do vilão Abutre. E agora chegamos onde queriamos chegar. A princpal homenagem dentro do filme.

 

CONTÉM SPOILER A SEGUIR, então se você ainda não assistiu, corra para o cinema!

 

No terceiro ato do filme, Adrian Toomes (Michael Keaton) – depois de ameaçar Peter na entrada do baile – se prepara para roubar o avião que irá transportar o resto do material da Torre, para a Mansão dos Vingadores. Peter, apesar da ameaça, não pode simplesmente ignorar o que o vilão vai fazer, e parte para deter o Abutre. Em uma das melhores cenas do filme, depois de um diálogo entre Peter e Adrian – e uma referência bem feita ao primeiro filme de Tobey Maguire na pele do Aranha – o jovem herói é preso embaixo de toneladas de escombros. Um fã que acompanha os quadrinhos do Cabeça de Teia, sabe que essa cena não é desconhecida. Em uma das mais célebres histórias desenhada por Ditko, a edição #33 de The Amazing Spider-Man (Fevereiro de 1966), a terceira parte da história “If This Be My Destiny…!”, também conhecida como Capítulo Final, é apresentado a cena dramática do Homem-Aranha, que através da sua força de vontade e pensamentos em Tio Ben e Tia May, consegue levantar os escombros e se salvar.

“Steve Ditko espreme cada gota de angústia do Homem-Aranha, completo com visões do tio com quem ele falhou e a tia que jurou salvar”, observou o historiador de quadrinhos Les Daniels. Já Peter David (escritor e historiador) diz que esta sequência de duas páginas de The Amazing Spider-Man #33, é talvez a sequência mais adorada da era Lee-Ditko.

Esta cena se repetiu com maestria em De Volta ao Lar! As motivações que o ajudam são um pouco diferentes – tendo no filme, se lembrado de Tony Stark – mas a sensação e execução da cena, acontece da mesma forma que o desenho de Ditko. E contou com a brilhante atuação de Tom Holland, que conseguiu transmitir toda a emoção que a cena precisava. E no pequeno grito de guerra de “Vai, Homem-Aranha!”, levantou,  junto aos escombros, todos espectadores e fãs de longa data do Teioso e certamente deve ter feito o idoso Steve Ditko – se ele assistiu ao filme – muito orgulhoso!

“Para os fãs do Homem-Aranha, esse é um dos momentos favoritos e uma das melhores artes de Steve Ditko”, comentou o diretor Jon Watts a uma entrevista recente ao ComicBook. E Kevin Feige completou: “É algo que eu queria ver há muito tempo. Ver o que o Tom Holland fez foi incrível”. Com certeza, assim como a edição #33, essa cena ficará na memória dos fãs, como uma das melhores cenas dos filmes do Homem-Aranha e uma homenagem, mais do que merecida, ao maior pai do Aracnídeo da vizinhança, Steve Ditko.

“Batman: Gotham por Gaslight” é o próximo filme animado da DC

A próxima animação em filme da DC será a adaptação do livro único de 1989 Batman: Gothan por Gaslight, de acordo com a contra capa do bluray da animação de Batman e Harley Quinn vendido pela Amazon americana.

Escrito por Brian Augustyn e desenhado por Mike Mignola, Batman: Gothan por Gaslight é basicamente a primeira história do arco de “Outros mundos” feitas pela DC (Elseworlds, em inglês).

Situado no final do século XIX, Bruce Wayne/Batman segue em investigação contra Jack, o estripador. Augustyn escreveu uma sequência anos depois, entitulado de O Mestre do Futuro, tendo como artista Eduardo Barreto.

Ainda não foi dada nenhuma data de lançamento da animação.

Confira a capa e contra-capa do Blu-Ray:

Bleach lança o primeiro trailer do seu filme live-action.

A Warner Bros. do Japão lançou ontem o trailer na página oficial da mesma, que pode ser conferido aqui abaixo.

Infelizmente, não há muito mais informação além do que foi visto nesse trailer e as informações em japonês não são nada valiosas.
Confira o trailer:

 

“Bleach é uma série de mangá escrita por Tite Kubo. Nela é contada a história de Ichigo Kurosaki após ganhar os poderes de um shinigami. Com seus novos poderes, Ichigo é forçado a assumir o dever de guiar almas boas ao mundo pós-vida e derrotar os Hollows que tentam devorá-las.”