A Geração atual de nerds ficou mais crítica ou mais chata?

Primeiramente, devo dizer que o objetivo desse texto não é atingir a as pessoas que não gostam ou se interessam pelos assuntos do mundo nerd, e sim aquelas que se dizem “nerds” “Geeks” e vivem de criar Hate em cima de filmes personagem pelo simples motivo de nada

 

Olá Pessoas, Nerdzinhos e nerdzinhas de nossa nova geração e sociedade, meu nome é Leonardo Lima e sou um administrador geral do veículo O Mestre da Hq, como alguns sabem  eu sou grande fã de quadrinhos e tudo que engloba esse mundo, desde animação até cinema, muitos sabem também que meu personagem favorito dos quadrinhos é o Homem-Aranha.

E como um bom fã, estou ansioso pelo Homem-Aranha: de volta ao Lar, não é surpresa pra ninguém que esse é o filme mais esperado do ano pra mim( nesse caso sim, é uma opinião minha), o Plot do filme foi basicamente todo revelado em trailers e está claro que, esse filme fugirá velha curva de roteiro dos filmes anteriores de Homem-aranha (Herói vivendo sua vida>vilão surge>vilão sequestra a namorada>herói luta contra vilão por isso), de fato teremos um filme inovador depois de 5 filmes com a mesma premissa, mas não, a Nova classe de “Fãs de filme de Herói Nerd” tem que reclamar de tudo, como se tivesse conhecimento empírico sobre tudo, ” Ai meu Deus esse CGI bosta”, “ai não gosto desse uniforme”, ” preferia o primeiro chama o tobey( idoso) de volta”, ” ai por que tem tony Stark?! não é necessário”, na boa vivemos na melhor época para nós, “nerds”, vivermos, mas ao que me parece as pessoas ao invés de agradecerem, reclamam continuamente de tudo, e não, não tô falando de críticos de cinema que são pagos para darem a opinião técnica deles por aquilo que estudaram, to falando daqueles que se dizem ” sou fã, sou nerd, adoro quadrinhos, filmes de heróis, mas esse filme será uma merda” isso tudo sem ver o filme ou se baseando em simplesmente nada.

Não estou dizendo que você não deve ter opinião crítica, que você não pode não gostar de algo, porém sinto falta da época que assistia um X-MEN da vida e as pessoas iam comentar dizendo ” nossa que filme sinistro meu” ou assistia o primeiro Homem-Aranha da sony e dizia ” nossa olha esses efeitos ( mesmo que houvessem erros)” ou então ” não seria massa se os outros heróis aparecessem junto a ele que nem no desenho?” As pessoas estão deixando de lado aquilo que dizem amar pra criticar de forma descabida adaptações. Outro exemplo disso são Pessoas que jogam pedra no universo DC que mesmo tendo seus problemas está se erguendo. O fato deles estarem mudando procurando uma fórmula que de certo e terem acertado em Mulher maravilha é algo para que, fiquemos animados, mas não vemos aos montes as críticas de quem diz que ama aquilo, que cresceu com aquilo, que parava em frente a TV quando era pequeno e assistia só animações da Liga ou filmes clássicos do Batman ou Superman e ficava feliz, por que ali o que importava não era O Roteiro Ultra elaborado,não era Os Mega Efeitos especiais Hollywoodianos, mas sim o amor que você sentia por ver algo que saiu do papel e se tornou “real em sua frente”.

Tendo dito isso só posso concluir que estamos na melhor geração no cinema pros nerds, e com as piores pessoas para consumir, a criança que você foi estaria feliz ou triste com o que você se tornou? provavelmente ela não ligaria por que ela ama sem se importar com os pequenos detalhes.


Obs: isso não quer dizer que se um filme for realmente péssimo não podemos dizer o que pensamos, é só uma pequena crítica a gente sem noção

Entrevista – Capa Comics | Geek & Game Rio Festival 2017

Entrevista – Capa Comics | Por Beatriz Fonseca

Entrevistei João Carpalhau, criador da Capa Comics, que hoje tem mais de 20 pessoas na sua produção. A Capa Comics Surgiu de uma iniciativa de moradores da Baixada Fluminense, Rio de Janeiro, que cresceram com o sonho de fazer histórias em quadrinhos no Brasil, mas seguiram rumos diferentes, trabalhavam em jornais locais. Houve uma vazamento químico em Caxias, Baixada Fluminense – RJ, e surgiu a urgência por reportagens, João pensou : ‘’ Se estivéssemos em Nova York, isso virava um quadrinho, mas porque Nova York? Arte é Arte em todos os lugares.’’

A diferença da Capa Comics é a sua fidelidade as origens do seu território, onde o ‘’tênis fica pendurado do fio do poste’’, mostrar que mesmo sem precisar ir pra fora do País, um quadrinho pode fazer sucesso, não cobrando muito, pois a realidade da Baixada Fluminense é dura, mas levando cultura, isso que importa.

Mesmo não sendo convidados para eventos grandes, criaram o seu próprio evento de divulgação, a Gibizeira, que foi um grande sucesso.

Sobre o objetivo do Capa, João diz : ‘’ ’Levar quadrinho Brasileiro pro mundo, fugir da padronização que o mercado busca, trazendo uma identificação regional para os moradores da Baixada Fluminense, que é um celeiro de cultura não encontrada, mostrar nossa identidade.’’ Chamo de Reafirmação, sua última frase na Entrevista foi : ‘’É FAZER ARTE, NÃO FAZER PRODUTO!’’


Contatos :

http://capacomics.com/
https://www.facebook.com/CapaComics/
https://www.facebook.com/carpalhau?fref=ts

 

Próximos eventos do Capa Comics :

– Gibizeira – 9 a 12 de Maio / Pier Mauá – Rio de Janeiro
– Gibizeira – 20/05 – O Velho Mestre – Cervejas Especiais – Caixas/RJ.