Evento de “Guerra Infinita” no Ibirapuera conta com a presença de Chris Pratt!

Ator deixou o palco exibindo uma bandeira do Brasil!

O aclamado intérprete do Senhor das Estrelas, o ator Chris Pratt esteve no Auditório do Ibirapuera em São Paulo para um evento de promoção do filme Vingadores: Guerra Infinita. O evento feito pela Disney e pela Marvel Studios contou com mais de 800 fãs e convidados, que tiveram o prazer de, entre outras coisas, ver uma cena inédita do longa que estreia no dia 26 de Abril.

Sempre simpático, Chris Pratt bateu um papo com o público durante o evento, e surpreendeu três fãs durante a gravação de um vídeo sobre o evento. O ator levou a platéia ao delírio quando exibiu uma bandeira do Brasil no palco principal enquanto deixava o mesmo. Com poucos dias restantes até a estreia do longa, o evento serviu para animar ainda mais os fãs, tanto os que estavam, quanto os que não estavam no Ibirapuera.

Vingadores: Guerra Infinita estreia em 26 de abril de 2018 e sua sequência em maio de 2019.

Animais Fantásticos | Sequência no Brasil é possível!

Escola de magia e bruxaria brasileira existe no universo mágico de J.K. Rowling!

Já é de conhecimento comum e popular que a saga “Animais Fantásticos” – derivada de “Harry Potter” – terá um total de cinco filmes. A ideia dessa franquia é funcionar como uma expansão do universo bruxo já apresentado nos cinemas através das 8 produções originais de sua saga matriz. Dito isso, uma forte teoria se espalhou entre os fãs graças à um tweet feito pela escritora da saga, a britânica J.K. Rowling.

Ao ser perguntada por um fã sobre a quantidade de filmes que a franquia teria, a autora respondeu: “5. Five. Cinq. Fünf. Cinco. Cinque”. Não demorou muito para que os fãs da série começassem a suspeitar da resposta da escritora, que utilizou a nomenclatura por extenso do número cinco em cinco idiomas diferentes, além de sua representação cardinal. A teoria que se tornou rapidamente popular é a que conecta a ordem dos idiomas utilizados com a ordem dos filmes que serão lançados.

O primeiro idioma utilizado foi o inglês, com “five”, e de fato, o primeiro filme se passa em Nova York. Depois, veio “cinq”, em francês, e “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindewald” se passará em Paris, na França. Se seguirmos essa ordem, o quarto idioma a aparecer pode ser português ou espanhol, já que ela utilizou a escrita “cinco”. Portugal, Espanha, México, vários países podem ser cogitados nesse caso. Porém, só um país que fala português ou espanhol possui uma escola de magia e bruxaria.

Quarto filme no Brasil? Possibilidade é discutida entre os fãs. (Logo Fantasia por OMDHQ)

A escola de Castelobruxo, sediada no Brasil, é uma das escolas mais importantes no universo mágico de JK, sendo referência na comunidade bruxa internacional em áreas como Herbologia e Magizoologia. Outro ponto que reforça muito a teoria de um quarto filme por essas bandas é a forte relação de Newt Scamander, protagonista do primeiro filme, com essas áreas do estudo da magia. Apesar de não sabermos como o segundo e o terceiro filme vão se desenrolar, essa ligação já favoreceria uma visita dele à escola de magia e bruxaria brasileira.

Mesmo com tantos fatores indicativos, infelizmente ainda não temos como afirmar de fato que teremos um filme de “Animais Fantásticos” utilizando o Brasil como plano de fundo. Porém temos muitos motivos para ficar animados com a possibilidade, visto que já sabemos, através de texto publicado no Pottermore, que a fauna e a flora mágica do Brasil é bem vasta, e o lugar onde Castelobruxo é estabelecido é muito interessante e cheio de mistérios: Um prato cheio para um excelente filme. Só nos resta especular.

Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald tem estreia marcada para o dia 15 de novembro.

Como queremos ver THANOS nos cinemas! | Review – A Ascensão de Thanos

Com o Marvel Cinematic Universe cada vez mais evoluído, nós nos caminhamos para Avengers: Infinity War, que trará a batalha dos heróis mais poderosos da terra contra o Titã Louco, Thanos. O personagem já apareceu em duas cenas pós-créditos, nos dois filmes dos Vingadores, e também teve uma participação em Guardiões da Galaxia, mas ainda não teve ainda uma participação nos cinemas que seja digna do maior vilão da Marvel Comics.

Como o grande vilão que é, Thanos merece uma origem, e o arco “A Ascensão de Thanos” de Jaason Aaron, Ive Svorcina, Simone Bianchi entre outros, na minha opinião, é o material perfeito pra isso. O arco conta a história de Thanos desde o seu nascimento na maior lua de Saturno, sua infância e adolescência como cientista prodígio e a sua loucura crescendo com o passar dos tempos até ele se tornar o ser poderoso – e maluco – que é. Esse arco seria uma origem perfeita para o primeiro ato de Avengers: Infinity War, visto que o filme retrará o encontro dos Vingadores com o temido vilão. Resumir a história contada nesse arco, seria uma ótima maneira de mostrar todas as camadas do interessantíssimo personagem que Thanos definitivamente é.

O arco não chega a ser um compilado de violência, mas realmente é uma história muito densa, que te pega pelo emocional, e te choca em algumas partes, então a Marvel teria que arriscar algo mais sombrio se caísse totalmente por esse lado. Thanos é retratado com um ser que nasceu diferente, com um aspecto bestial, em uma sociedade de seres “limpos e superiores”, e ele é prontamente negado pela sua própria mãe, no momento de seu nascimento. Os anos vão passando, Thanos vai crescendo como alguém que aprende mais rápido do que é ensinado, e se tornando uma das maiores mentes de sua geração, o que faz seu pai, um membro muito importante da sociedade de Titã, se orgulhar muito dos talentos de seu filho.

O Titã Louco era sempre o excluído, da turma, dos círculos sociais, e de sua sociedade como um todo, mas ele acabou se encontrando nas pesquisas científicas, onde achou sua verdadeira vocação. Se mostrou particularmente bom em anatomia, mas o problema começou quando ele começou a caçar suas “peças de estudo”. O que no começo era apenas um pequeno prazer em matar criaturas inferiores, pequenos seres vivos, foi evoluindo para um transtorno genocida, flertando com a loucura enquanto Thanos flertava com a morte em si. Ele saiu de Titã, tentou a vida em vários lugares, você sente até uma referência história ao conquistador mongol Gengis Khan, devido a grande quantidade de descendentes gerados por ambos, e como os dois foram implacáveis em suas conquistas, só que Thanos fez isso em uma escala universal.

Wikipédia sobre Gengis Khan: Estrategista brilhante, com hábeis arqueiros montados à sua disposição, venceu a grande muralha da China, conquistou aquele país e estendeu o seu império em direção ao oeste e ao sul. Gengis morreria antes de ver seu império alcançar sua extensão máxima, mas todos os líderes mongóis posteriores associariam sua própria glória às conquistas de Gengis Khan, “que foi um dos comandantes militares mais bem sucedidos da história da humanidade”.

A parte final do arco mostra justamente Thanos se entregando para as práticas genocidas, e para sua loucura interior, inclusive em seu relacionamento com a morte, que o leitor pode achar bem “confuso” pela maneira como ele é retratado na trama, talvez propositalmente. O arco “A Ascensão de Thanos” é bem cru, denso, violento. Bastante pesado, tanto em suas artes bem detalhadas e brutais, quanto em alguns momentos bem explícitos e polêmicos durante todo o desenrolar da história. É improvável que a Marvel adapte completamente essa história pras telonas, mas se existe uma personalidade do Thanos que eu queria ver no MCU é essa: Gênio, louco, conquistador e vilanesco.

[letsreviewunique title=”Thanos Rising” pros_title=”PONTOS FORTES” pros=”Ótimo desenvolvimento de personagem, Ambientação visual sensacional, Excelentes momentos de tensão” cons_title=”PONTOS FRACOS” cons=”A arte peca em alguns momentos ordinários da história, Construções confusas em algumas relações” criterias=”Roteiro,90,Desenhos,70,Ilustração,80,Desenvolvimento,90″ affiliate=”Veja em Marvel.com!,http://marvel.com/comics/series/17661/thanos_rising_2013_-_present” accent=”#edb203″ final_score=”82,5″ format=”3″ skin=”1″ animation=”1″ design=”1″][/letsreviewunique]

Crítica – Atlanta S01 | Inteligência, subversão e comédia ácida: Pare tudo e assista Atlanta!

A série “Atlanta”, criada e protagonizada por Donald Glover e exibida originalmente na FX, ficou disponível recentemente na Netflix, e, se você tem o costume de assistir suas séries pelo serviço de streaming, não desperdice a chance de assistir essa que é uma das melhores séries lançadas nos últimos anos. Apresentando a história de dois primos, o rapper Paper Boi (Brian Tyree Henry) e seu empresário Earn (Donald Glover) tentando crescer no cenário musical de Atlanta, para melhorar as suas vidas e as vidas de suas famílias. A série conta com críticas sobre a cena do rap, sobre racismo, violência policial, e sobre a sociedade como um todo. É importante dizer que essa crítica conterá alguns spoilers da série, então leia por sua conta em risco.

Earn é um universitário que parou com os estudos em Princetown para cuidar da carreira do primo Paper Boi, que está começando a fazer um certo sucesso na cena musical local. O rapper, que ainda está inserido no mundo do crime, junto com seu amigo Darius, aceita relutantemente a ajuda de Earn, que além de já ser pai, tem uma relação enrolada com Vanessa Keefer, mãe de sua pequena filha. A série foi, como descrita pelo próprio Donald Glover, criada para “fazer as pessoas sentirem como é ser negro”, é abusa de críticas, subversão, um humor ácido, e de mexer profundamente com seus sentimentos, te causando até um incomodo em vários momentos, pra poder alcançar esse objetivo. E se você não teve a exata sensação, bom, talvez seja isso mesmo que a série quer. Não vamos ser Craig’s, por favor. Atlanta te impressiona em alguns momentos. Em muitos momentos, pra ser honesto.

A série bota uma risada no seu semblante e tira essa risada com a mesma facilidade, e impressiona de ir de cenas aparentemente bobas para críticas sociais extremamente pesadas. Paper Boi participa de um tiroteio, logo no começo da série, e isso é sempre referenciado, mas nunca é bem explicado, passando perfeitamente a sensação de que aquilo é só mais uma coisa do dia-a-dia.

Em um episódio, Earn está esperando para ser liberado de uma delegacia, quando todos que estão na sala de espera começam a caçoar de um cara que, aparentemente, está lá todas semanas e apresenta algum distúrbio, que o faz fazer coisas absurdas, entre elas, beber água do vaso. O que parecia ser apenas uma cena com um humor controverso, visto que todos estão rindo enquanto Earn está desconfortável, acaba se tornando um momento extremamente pesado, já que o homem cospe a água que bebeu do vaso em um policial que o confronta, e acaba sendo violentamente reprimido e agredido, deixando a cena instantaneamente desconfortável, tanto para os personagens em cena, quanto para os espectadores.

A série parece ter sido preparada totalmente para causar essas sensações de incomodo e de subversão. No episódio “Juneteenth”, conhecemos o personagem Craig, um homem branco de classe alta, fascinado pela cultura negra, que se apresenta como uma pessoa extremamente simpática. Mas o nível de apropriação cultural que o personagem pratica, acaba sendo exatamente o que impede ele de ter de fato algum conhecimento prático sobre a vida do próximo. Craig pratica uma poesia falada de qualidade contestável, pinta quadros inspirados em cultura negra, bebe Henessy, já foi até pra África, e cobra Earn para fazer a mesma viagem. Nós entendemos totalmente os problemas desse jeito de Craig no fim do episódio, quando Earn afirma que ele não conhece nada da situação do negro na prática, e que “ele não viaja pra África pois está quebrado”. Craig, um homem branco, podia ler, estudar, viajar, mas a sua falta de empatia, e o fato de ele mesmo não sentir na pele o que Earn sente, não deixam ele ter a vivência que ele acha que tem. E nunca vai ter.

Vários outros episódios da série apresentam críticas marcantes, e além do já citado “Juneteenth”, podemos citar o episódio “Nobody Beats the Biebs”, onde somos apresentados ao Justin Bieber do universo de Atlanta, que é um jovem negro. A série não faz a minima questão de explicar o porquê disso, inicialmente, mas o jeito que isso se desenvolve é genial. Outro episódio marcante, “B.A.N.”, que se passa integralmente na publicação da “Black America Network”, um canal de televisão fictício, baseado em um canal existente. A programação, incluindo as propagandas, é recheada de sarcasmo, satirismo e críticas, e o episódio gira em torno de um programa de debates, com um apresentador, uma escritora que fez um livro sobre pessoas trans, e o rapper Paper Boi. Eles comentam uma reportagem sobre um adolescente negro que se identifica como um homem branco de 35 anos, e o fim desse episódio é um dos momentos de ouro da série, um momento digno de palmas.

Outro bom exemplo de como a série surpreende e subverte, é o último episódio da primeira temporada, que começa com uma premissa extremamente simples: Earn acorda após uma noite de festa, e não encontra sua jaqueta, e ele precisa muito de algo que está naquela jaqueta. Parece uma coisa até simples e boba para o episódio fianl da série, mas, naquela altura do campeonato, você já sabe que vem algo por aí. E realmente vem! E foge muito dos clichês de final de temporada, sendo algo extremamente simples e intimista, mesmo sendo tão surpreendente. A série, tão pesada em alguns momentos, termina completamente leve, se relacionando de maneira muito próxima com o espectador. Esse final fica ainda melhor após uma maratona, e como a série tem 10 episódios de cerca de 25 minutos cada, fica aqui a minha dica.

Atlanta tem uma direção impressionante, com cenas impressionantemente bem compostas e bem montadas, um roteiro excepcionalmente bem construídos, atuações muito bem feitas, com destaque para o monstruoso Donald Glover e para Keith Stanfield. A trilha sonora é muito acertada, mesmo que, tirando o hit de Paper Boi, nenhuma música fique na sua cabeça após o término dos episódios. Esperamos ansiosos pela já confirmada segunda temporada da série, e resta saber se ela continuará o incrível padrão estabelecido até agora.

[letsreviewunique title=”Atlanta: Primeira Temporada” pros_title=”PONTOS FORTES” pros=”Excelente roteiro,Tempo de comédia excelente,Atuações muito acertadas, Críticas concisas e inteligentes” cons_title=”PONTOS FRACOS” cons=”Acaba” criterias=”Direção,95,Roteiro,100,Atuação,95,Trilha Sonora,90″ affiliate=”Assista ao Trailer!,https://www.youtube.com/watch?v=MpEdJ-mmTlY” accent=”#edb203″ final_score=”95″ format=”3″ skin=”1″ animation=”1″ design=”1″][/letsreviewunique]

Crítica – Assassinato no Expresso do Oriente | Um carinho nos fãs de Agatha Christie

Quando você evoca o um clássico como “Assassinato no Expresso do Oriente”, e resolve adaptá-lo para os cinemas, você tem automaticamente uma série de obrigações e diretrizes nas suas costas, mesmo se tratando de um trabalho criativo. Afinal, é com o trabalho da lendária escritora Agatha Christie que você está mexendo, e é em cima de uma história clássica que você está trabalhando. Me arrisco a dizer que, se você não tem nada para somar a mitologia dessa obra, é melhor você nem fazer um filme baseado nela. E, levando isso em consideração, o diretor Kenneth Branagh, o elenco, e toda a equipe estão de parabéns, já que esta última adaptação lançada para as telonas se trata de um excelente filme, que respeita bastante a história original, adiciona suas particularidades, e certamente soma muito ao legado da obra.

O filme começa com uma mini-versão dele por completo, de certa forma, apresentando toda a metodologia de Hercule Poirot, e estabelecendo o mesmo na trama como o lendário detetive que ele é. A atuação de Branagh, que também é o diretor do filme casou completamente com a aura do metódico personagem, trazendo ele pras telas de uma maneira muito bem encaixada. No desenrolar das situações, somos apresentados aos demais personagens do filme, e tudo que leva cada um deles ao Expresso do Oriente. Uma das melhores cenas do filme, e que mostra o talento de Kenneth como diretor, é quando Poirot está entrando no trem, e somos apresentados sutilmente a todos os personagens – e futuros envolvidos no crime – de uma única vez.

O caso se desenrola, e óbvio que eu não vou ser o estraga prazeres de te entregar mais detalhes da trama daqui pra frente. Se você já leu o livro, vai sentir o respeito com a história original, mesmo que com algumas leves mudanças em alguns momentos, todas elas positivas para a adaptação cinematográfica. Além do já citado Kenneth Branagh, as atuações de Tom Bateman, como o depravado e charmoso Bouc, de Michelle Pfeiffer como a senhorita Hubbard, e de Leslie Odom Jr como Arburthnot são magníficas e consistentes. Pfeiffer em particular rouba a cena, com uma atuação forte e surpreendente.

Johnny Depp também entrega bem seu personagem, mesmo sem roubar a cena para si. Daisy Ridley é maravilhosa nos momentos chave do filme, mas tem alguns diálogos com atuações fracas, mas nada que estrague seu trabalho como um todo. Josh Gad também apresenta uma atuação bem sólida, crescente nos momentos necessários. O elenco estelar, de uma maneira geral, incluindo Judi Dench, Penélope Cruz, Willem Dafoe, Sergei Pollunin, e todos os outros atores, foi essencial para o filme ser tão bem executado. É um daqueles raros filmes em que ninguém no elenco decepciona.

Assassinato no Expresso do Oriente é um gabarito a ser seguido em questões de adaptação. Com uma forte trilha sonora, um excelente roteiro, e com cenas que te botam na ponta da cadeira, mesmo sem ser um blockbuster de ação, o filme é uma pedida excelente pra quem deseja se iniciar no trabalho de Agatha Christie, e um material obrigatório pra quem é fã da escritora. Ah, e pro segundo grupo, o filme faz uma referência perfeita ao livro “Morte no Nilo”, que já foi confirmado pela Fox que será adaptado para os cinemas como sequência deste filme. O momento em que essa referência acontece é de acalentar o coração. Resumindo em uma frase: vale o ingresso.

[letsreviewunique title=”Assassinato no Expresso do Oriente” pros_title=”PONTOS FORTES” pros=”Atuações acertadas nos momentos chave,Bom desenvolvimento do caso,História cativante e memoravél” cons_title=”PONTOS FRACOS” cons=”Alguns diálogos fracos em momentos isolados” criterias=”Direção,80,Adaptação,100,Roteiro,90,Atuação,85,Trilha Sonora,90″ affiliate=”Assista ao Trailer!,https://www.youtube.com/watch?v=1LqXLJEq4sw” accent=”#edb203″ final_score=”90″ format=”3″ skin=”1″ animation=”1″ design=”1″][/letsreviewunique]

Cinco atores que poderiam interpretar Adam Warlock no MCU!

Muito bem estabelecido nos cinemas, o universo cinematográfico da Marvel vai muito bem, obrigado. Em quase uma década de lançamentos, o MCU já nos apresentou grandes personagens, interpretados por grandes atores. Mas, mesmo assim, podemos olhar pro futuro e ver que ainda teremos muitas boas surpresas pela frente, com muitos personagens de qualidades que ainda serão mostrados nas telonas. E entre esses personagens que estão por vir, Adam Warlock parece ser o próximo ‘big deal’, e a pergunta que fica no ar é: Quem irá dar vida ao personagem?

O grande público ficou ciente de que Adam Warlock seria integrado ao Universo Marvel dos cinemas nas cenas pós-créditos de Guardiões da Galáxia Vol. 2, onde a vilã Ayesha, líder dos Sovereign, diz que criará uma forma de vida capaz de deter os Guardiões, e que “irá chama-lo de Adam”. Segundo James Gunn, Warlock só irá aparecer no terceiro filme da super-equipe espacial, mas há boatos de uma aparição dele no terceiro ou no quarto filme dos Vingadores. Pensando nisso, nós listamos cinco atores que gostaríamos que interpretassem Warlock nos cinemas. Confira:

Luke Bracey

Luke Bracey de ‘Até o Último Homem’, seria uma escolha segura para o papel. (Foto: Heavy.com)

O ator australiano de  28 anos, que atuou em filmes como ‘Monte Carlo’ e ‘G.I. Joe: Retaliação’, e mais recentemente no excelente ‘Até o Último Homem’  dirigido por Mel Gibson, seria uma escolha bem acertada e segura para o papel de Adam Warlock, já que tem uma idade que bate com o interesse da produção do filme, e é bem aceito pelos fãs, alem de ser um ator de desempenhos bem seguros e bem executados.

Keanu Reeves

Uma escolha mais arriscada: Keanu Reeves pode acertar o tom de Warlock. (Foto: Mashable)

Sendo escalado ou não para o papel de Warlock, Keanu Reeves já é o escolhido. Deixando as piadas de lado, apesar de ser um ator com uma idade já avançada, o intérprete de Neo no clássico Matrix seria uma escolha excelente pelo peso de sua atuação, e certamente traria um Adam Warlock no tom que os fãs desejam. Apesar de não ser tão parecido fisicamente com o personagem, não seriam necessárias tantas mudanças na sua aparência para a caracterização.

Alexander Skarsgård

O sueco que quase interpretou Thor é um dos favoritos dos fãs. (Foto: Dread Central)

Se Keanu Reeves seria uma escolha polêmica, talvez Alexander Skarsgård seja a escolha mais óbvia dessa lista. Ele, que interpretou Tarzan nos cinemas, e que por muito pouco não foi escalado para o papel de Thor no próprio MCU, é um dos atores mais falados pelos fãs quando um “fan-casting” de Warlock é feito. E não é sem motivos, já que além de ser um bom ator, o Sueco ainda é bem semelhante fisicamente com o poderosíssimo personagem da casa das ideias.

Owen Wilson

A Idade parece ser o único problema em escalar Owen Wilson como Adam. (Foto: SAPO Mag)

Se a Marvel não quisesse um ator mais jovem para dar vida ao Adam Warlock nos cinemas, provavelmente o consagrado Owen Wilson seria a escolha óbvia. Incrivelmente semelhante fisicamente com o personagem, o ator indicado ao Oscar por Os Excêntricos Tenenbaums, e conhecidíssimo por suas atuações de comédia, seria uma ótima escalação, já que ao mesmo tempo que consegue trazer atuações sérias, ele, com a sua experiência em filmes de humor, entraria fácil no ritmo dos Guardiões da Galáxia e do MCU de uma maneira geral.

Brad Pitt

Escalação improvável Brad Pitt traria um peso enorme ao personagem. (Foto: G1)

Tá, esse provavelmente é o mais improvável, mas é a escalação dos sonhos para Adam Warlock. Mesmo com uma idade acima do ideal, Brad Pitt é semelhante fisicamente ao personagem, é um ator consagrado, e ajudaria a trazer um peso ao personagem da Casa das Ideias, já que seu nome despertaria o interesse do grande público no personagem, que não é muito conhecido por quem não lê os quadrinhos da Marvel, que é uma parte considerável do público da editora dos cinemas.

E você, tem algum favorito para interpretar Adam Warlock? Conte pra gente nos comentários!