[Crítica] Bright – O novo filme da Netflix.

Bright é um filme da Netflix que estreou no dia 22 de dezembro, filme que foi fortemente divulgado por ser dirigido por David Ayer e estrelado por Will Smith. Os personagens que levam o nome do filme, são seres que podem comandar uma varinha mágica, e essa varinha pode fazer tudo, absolutamente tudo. O filme se passa e Los Angeles, em um mundo dividido por espécies, e essas espécies carregam preconceitos entre si, e seus territórios são divididos.

É o mundo de hoje com outros olhos, existem orcs, humanos, fadas, elfos…

O filme fica focado em dois policiais que dividem o mesmo carro, porque o Ward (Will Smith) não quer o Jakoby (Joel Edgerton) como parceiro por ser um Orc, o primeiro Orc da história a ser policial. Aparentemente, houve uma guerra com o Senhor das Trevas, onde ele foi derrotado e sociedade foi dividida como está, mas em todo o decorrer do filme, existem mensagens falando sobre ele e sobre a sua possível volta.

A ideia do filme em si é muito boa, porque no meio disso existe o povo do mal que quer a volta do tal Senhor das Trevas e os sensatos que entendem que um ser com esse nome deve ficar aonde está, mas é tudo muito raso. Sabe quando você fala uma frase para alguém complementar? Quando você joga uma referência e alguém completa? Parece que o filme precisa de um complemento, que ele foi feito como uma introdução para algo.

O filme leva o nome de um tipo de personagem que não foi explorado adequadamente, levanta questões e histórias que não foram devidamente contatas, só mencionadas, dá aquela sensação de ‘’termina aqui, que tá confuso.’’ Antes da estreia, já foi confirmada a sua continuação. O filme é um sucesso, teve cerca de 11 milhões de espectadores dos primeiros 3 dias de sua estreia nos EUA.

Eu achei bom, mas podia ser melhor se focasse mais nessa questão da guerra e das cenas de ação, do que os diálogos gigantescos que não trouxeram muito conteúdo obrigatório para o entendimento do filme. Se tudo fosse desenvolvido com mais calma, nem precisaria de um outro filme, só esse seria suficiente. Tempo teve, mas são escolhas da direção do filme, então, pra mim é bom, e só.

Ridley Scott comenta sobre a produtora Lucasfilm!

Em uma entrevista com a Vulture, o cineasta Ridley Scott foi questionado sobre dirigir um filme de Star Wars e, o mesmo, foi direto ao ponto dizendo “não”. Justificando a resposta, Ridley comentou sobre ambas as partes serem muito controladoras em seus projetos e que por isso ocorreria divergências.

Eu sou muito perigoso para isso. Eu acho que eles gostam de estar no comando e eu gosto de controlar as minhas coisas.

Scott aproveitou a deixa e resolveu comentar o fato da Lucasfilm ter chamado diretores pouco conhecidos, e com trabalhos menores, para dirigir suas atrações, como ocorreu em Rogue One: Uma História Star Wars aonde Gareth Edwards (diretor do filme) havia acabado de sair de uma produção (Monstros) que só havia custado US$ 4,2 milhões.

Não faz sentido você pegar um cara que fez um filme de baixo orçamento e dar US$ 180 milhões na mão dele. É estúpido para ca#*$!o. Você sabe quanto o processo de refilmagens custa? Milhões! Milhões. Um estúdio pode me contratar se pagar o que eu cobro, e é um preço alto, mas eu estarei dentro do orçamento e sem fugir do cronograma. É aí que a experiência faz diferença, é simples assim. Esse processo todo pode ser lerdo que nem uma máquina de lavar louças, mas é essencial para você ser realmente experiente e saber o que está fazendo. É um processo de crescer aos poucos, começar com pouco orçamento, ir aumentando e talvez depois de um filme de US$ 20 milhões fazer um com US$ 80 milhões. Só não vá fazer um projeto de US$ 180 milhões de repente.

Fonte: Jovem Nerd

Luke Skywalker está realmente diferente?

Star Wars: Os Últimos Jedi estreou recentemente nos cinemas brasileiros, e, apesar da grande aceitação da crítica especializada, teve opiniões bem polarizadas dos fãs da saga. Aqui não falaremos sobre todas as coisas do filme, pois temos assunto para dias e dias, mas sim, sobre um dos pontos mais discutidos do filme: Luke Skywalker – que rendeu polêmicas até com o ator Mark Hamill. Claramente, o texto contém SPOILERS do filme. Então continue lendo apenas se você assistiu – ou se não se importa com spoilers.

A história de Luke havia terminado em O Retorno de Jedi em 1983 e foi retomada na nova trilogia iniciada por O Despertar da Força em 2015. O sétimo episódio da saga girou em torno da nova protagonista, Rey, e a busca pela localização do último Jedi, que havia desaparecido após uma tentativa fracassada de criar uma nova Ordem Jedi. A jovem encontra um recluso e “mal-humorado” Luke em Os Últimos Jedi. A pergunta é: Luke Skywalker de Os Últimos Jedi está completamente diferente de Luke Skywalker da primeira trilogia de Star Wars?

Descobrimos que após a queda do Império, Luke levou alguns garotos para formar um novo Templo Jedi. Já que somente ele poderia dar continuidade à religião Jedi. Entre esses novos padawans, estava seu sobrinho, Ben Solo (Kylo Ren), filho de Leia Organa e Han Solo. Kylo Ren foi estabelecido como o vilão da nova trilogia, e agora descobrimos o porquê dele ter se aliado ao Supremo Líder Snoke e ido para o Lado Negro da Força. Após muita relutância, Luke decide treinar Rey, até descobrir nela, o poder que ele mesmo havia visto em Ben Solo – o que o assustou. E depois de um grande conflito com a garota, Luke decide contar-lhe a verdade sobre o seu passado.

Luke percebeu um grande poder surgindo em Ben Solo. E olhando mais de perto, Luke viu o quanto isso era forte e inclinado ao Lado Negro. Um medo incontrolável (de um novo Darth Vader) e uma irracionalidade momentânea, o fez pensar que o melhor caminho era a morte de seu jovem sobrinho. Contudo, quase no mesmo segundo, chocou-se com o que pensara e refutou seu pensamento. Mas era tarde demais. Ben já tinha sido acordado pelo clarão verde do sabre de luz de seu Mestre. E não havia mais volta. Só havia vergonha em Luke. O motivo de seu isolamento. É de se estranhar que, aquele jovem que um dia viu redenção em Darth Vader, faria uma coisa dessa?Na trilogia original de Star Wars, Luke sempre foi movido a emoções. Luke estava disposto a tudo para salvar seus amigos e viu esperança no Lord Sith mais temível da galáxia. O jovem conseguiu, nos momentos finais de vida de Darth Vader, trazê-lo para a Luz novamente e viu a redenção de Anakin. Mas nem sempre de boas emoções viveu o jovem Skywalker. O garoto foi tentado ao Lado Negro da Força muitas vezes, e quase sucumbiu em O Retorno de Jedi. A raiva crescente em Luke para deter o Imperador, o medo de perder os amigos e a tentação de matar Darth Vader. Com tudo isso, Luke facilmente poderia ter se juntado ao Imperador e se tornado um Sith (que era o plano do Imperador), mas ele conseguiu se manter íntegro e ser um Jedi como seu pai um dia havia sido.Então, seria mesmo de estranhar que por um momento de pura irracionalidade, Luke tenha pensado em matar seu sobrinho? Mas assim como em O Retorno de Jedi, Luke percebeu que aquilo estava errado. Porém, esse momentâneo desequilíbrio rendeu consequências graves na história do jovem Ben Solo. O Mestre Jedi, a lenda, Luke Skywalker, tentou matar seu próprio sobrinho! Ele não podia encarar Leia ou Han, depois do que fez. Ele teve um parcela de culpa pelo caminho de Ben. Isso foi seu maior fracasso. E assim como Obi-Wan Kenobi e Yoda, ele se isolou apenas para esperar à morte. Pois o fracasso o havia derrotado. Obi-Wan, – apesar de estar em Tatooine também para proteger Luke – estava no exílio esperando à morte, depois de fracassar com seu padawan. Yoda se exílou em Dagobah após o fracasso em deter o Imperador. O exílio Jedi foi algo estabelecido na trilogia original e na trilogia prequel. O isolamento de Luke, apenas foi mais um desses “exílios Jedi”, quando o mesmo acha que fracassou e espera pela morte. Jedi são falhos, não são perfeitos. E a grande aparição de Yoda em Os Últimos Jedi, é justamente para falar sobre isso.

Luke redescobriu a esperança em Rey. Luke mostrou em sua projeção astral através da Força, aquele quem ele deveria ser, o que ele deveria ter feito. Luke completou sua missão, e assim como Obi-Wan, Yoda e Anakin, pode juntar-se a Força no fim. Então, Luke Skywalker estava realmente tão diferente assim?Personagens evoluem, o Luke de 1983 passou por muita coisa (que já falamos acima) até chegar ao Luke de 2017. E experiências mudam as pessoas. Mas se olharmos bem, podemos ver que esse “velho” Luke Skywalker, é o mesmo garoto, com as mesmas falhas e defeitos da trilogia original. Ele só estava distante de quem ele era, por ter experimentado um fracasso tão grande. Mas no seu último ato, ele se mostrou esperançoso, como aquele jovem olhando para o “pôr-dos-sóis” de Tatooine – literalmente.

O grande final de Luke Skywalker nos traços do nosso querido Leonardo Lima

Jeremy Renner é eleito o ator mais lucrativo do ano!

A revista Forbes divulgou recentemente a lista dos atores mais lucrativos do ano de 2017, e no topo da lista está o ator Jeremy Renner (conhecido pelos papeis em Os Vingadores, A Chegada, O Legado Bourne, Missão Impossível entre outros). Logo atrás dele estão, respectivamente, as atrizes Emma Watson e Scarlett Johansson.

De acordo com a revista, Jeremy teria rendido cerca de US$ 93,80 para cada US$ 1,00 investido. A pesquisa foi feita subtraindo a bilheteria global do orçamento das três últimas produções dos atores e dividindo o resultado pelo pagamento estimado de cada uma das estrelas, vale ressaltar que filmes lançados após 1º de junho de 2017 e animações não entraram na pesquisa. Confira o top 5:

  1. Jeremy Renner (US$ 93,80 para cada dólar investido)
  2. Emma Watson (US$ 70,70 para cada dólar investido)
  3. Scarlett Johansson (US$ 66,50 para cada dólar investido)
  4. Amy Adams (US$ 46,10 para cada dólar investido)
  5. Chris Pratt (US$ 34,10 para cada dólar investido)

Parece que finalmente o Gavião Arqueiro está rendendo mais que o Homem de Ferro.

Fonte: Jovem Nerd

[Crítica] – Big Mouth – “O besteirol animado da Netflix!”

ALERTA DE SPOILER!!!
Aviso, esse texto contém alguns possíveis spoilers.

Big Mouth é uma série animada de, comédia adulta, da Netflix, lançada em setembro de 2017, criada por Nick Kroll, Andrew Goldberg, Jennifer Flackett e Mark Levin. O assunto principal da animação é a puberdade dos personagens principais Nick Birch (Nick Kroll), Andrew Glouberman (John Mulaney), Jessi Glaser (Jessi Klein) e Jay Bilzerian (Jason Mantzoukas).

Abordando temáticas adultas de uma forma engraçada, o foco é mostrar como foi esse período na vida dos personagens da história (aonde cada um é inspirado em um criador diferente); de palavrões até cenas de sexo explicito, a cada episódio há uma sátira diferente. O humor ácido, e as vezes forçado, acaba conseguindo arrancar algumas risadas mesmo que a situação seja o mais absurdo possível. A série foca, também, em uma relação aberta com entre os personagens e os pais aonde eles conversam sobre todas as coisas que estão acontecendo em seus corpos.

Assim como Os Simpsons, muitas personalidades famosas aparecem na série; logo de cara podemos contar com a presença de o fantasma de Duke Ellington que é uma espécie de conselheiro para Nick e seus amigos, outros famosos que aparecem no decorrer da série são Freddie Mercury e Whitney Houston. Outra presença ilustre na séries são os monstros hormonais, responsáveis pelas “ações” que ocorrem na puberdade.

Não recomendado para quem não curte um bom besteirol americano, ou então quem não curte alguns clichês sobre o gênero. Particularmente, em algumas situações, eu não gosto muito de besteirol e então achei muitas piadas forçadas e que poderiam ter sido usadas em outros momentos ou até mesmo não ter sido usados; mas fora isso, a série conseguiu arrancar algumas boas gargalhadas minhas e é sempre bom experimentar novos gêneros.

A segunda temporada da série foi confirmada para 2018 e o criado já confirmou que a série continuará com a mesma pegada. Todos os episódios da 1ª temporada já estão disponíveis na Netflix.

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“Eu estava errado”, diz Mark Hamill sobre o filme e Luke Skywalker

Parece que Mark Hamill tem procurado em seus sentimentos o que opinar sobre Star Wars: Os Últimos Jedi e suas declarações o traem, cada vez fazendo uma afirmação diferente. Desta vez o ator afirma que estava errado sobre sua impressão inicial do filme.

Atenção: spoilers!

Em uma entrevista para o IMDB, Hamill volta a confirmar que não aceitou muito bem o conceito do diretor Rian Johnson para seu personagem, Luke Skywalker, mas afirmando que depois de ver o filme ele percebeu que estava errado.

Eu tive dificuldades para aceitar o que ele viu para Luke, mas também preciso dizer que, depois de ver o filme, eu estava errado.

Segundo o ator, foi bom que o filme tenha saído da zona de conforto para entregar algo diferente que os fãs ainda não viram na franquia.

Acho que ser forçado para fora da zona de conforto é uma coisa boa, porque se eu fosse apenas outro Jedi benevolente, treinando jovens Padawans… Nós já vimos isso, e ninguém pode fazer melhor do que Alec Guinness [o Obi-Wan da trilogia original] e eu não deveria nem tentar.

Star Wars: Os Últimos Jedi já está em cartaz.

 

Fonte: Jovem Nerd

Doutor Estranho se torna Deus da Magia nos quadrinhos!

Stephen Strange acabou de receber uma grande atualização mágica!

O novo arco de Doutor Estranho , escrito por Donny Cates , trouxe muitas mudanças ao mundo do ex-Mago Supremo. Há pouco tempo ele perdeu seu título, se tornou um veterinário e até Trouxe O sentinela de volta a ação . No entanto, o final do número 383 trouxe a Strange a mudança mais drástica que ele passou por algum tempo.

Após uma visita a Yggdrasil , uma arvora mágica universal localizada em Asgard, Stephen Strange possui mais magia do que nunca. O Doutor Estranho tornou-se um Deus da Magia.

No início da questão, Strange foi a Asgard para pedir ajuda para impedir que Loki, o novo Mago Supremo, acabasse com toda a magia. Infelizmente, seu encontro com Cul não saiu como planejado,  Sentinela ficou pra trás para lutar contra o exército Asgardiano enquanto Stephen escapava para encontrar Yggdrasill.

Ao tocar a árvore sábia, Stephen estava cheio de um tipo de força mágica, abrindo seu terceiro olho e ajudando-o a ver que precisava fazer um sacrifício. Stephen colocou o corpo de seu cão morto / melhor amigo Bats, que morreu nas mãos de Loki, ao pé da árvore. Yggdrasill agarrou Stephen com suas raízes, disse-lhe que era digno e destrancou um poder dentro dele que ele não sabia que existia.

Doutor, magia estranha
(Foto: Marvel Comics)

“Algo muda”, Strange disse em seu monólogo interno. “è algo que eu nunca senti antes. Mais mágica do que eu já conheci. Mais do que eu acho que posso conter dentro deste … corpo. Eu posso ver tudo. EU SOU tudo. Muito mais do que um feiticeiro. Eu acredito não ser mais mortal . Não. Eu … sou um Deus da Magia. ”

Strange terminou a questão cercada de relâmpagos, declarando que ele iria buscar o manto de Loki.

médico incrivel 383 raio
(Foto: Marvel Comics)

Stephen Strange simplesmente era um mero mortal nos seus últimos problemas, ele certamente é mais do que isso agora. Se ele apenas recuperou as habilidades da magia, ou se está se transformando em algo muito, muito pior, saberemos mais a frente, mas é claro que o ex-Mago Supremo nunca mais será o mesmo.

Doctor Strange # 383, escrito por Donny Cates e ilustrado por Gabrial Hernandez Walta.

Fonte: ComicBook

O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM THE WALKING DEAD ?

Oi pessoinhas! Tudo certo? Comigo nem tanto, e antes que essa conversa fique desconfortável por você não saber lidar com a minha sinceridade, eu explico … O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM THE WALKING DEAD? E antes que comece o ‘’mimimi, calada sua hater’’.Eu sou muito fã, e é a única série que estou acompanhando certinho no momento, então, não é crítica vazia, é bem duro chegar a essa pergunta.

Hoje faz uma semana que a série entrou no hiatus com o episódio 8 da 8º temporada, e só depois desse tempo pude escrever exatamente o que está passando pela minha cabeça. Se você não viu o episódio, ou não foi acertado por spoiler nas redes sociais até esse momento, primeiramente, meus parabéns, guerreiro! Esse texto vai ter spoiler…

A audiência da série não é mais a mesma, tendo uma queda significativa nessa temporada, o que pode não significar nada, pois ainda é o show mais assistido, porém, é uma observação a ser feita. A 8° temporada está muito confusa, não tem como ter uma noção clara do tempo em que as coisas acontecem e de suas consequências exatas. Diálogos do 1º episódio que foram deixados no esquecimento retornam do nada, sem a menor necessidade.

A impressão que dá, é que como as coisas foram muito intensas na 7° temporada, a porradaria está presente, mas os diálogos e trechos lúdicos também estão, dando uma impressão de leveza que poderia ser melhor aproveitada se a linha temporal estivesse mais objetivada. Em suma, é uma boa temporada, que se tivesse a mesma pegada do arco do governador, mais fluído, seria muito melhor. (Saudades do Governador <3).

A 7º temporada teve uma reclamação dos fãs que também são fãs da HQ, a falta que sentiram das histórias do Carl (Chander Riggs) com o Negan (Jeffrey Dean Morgan), o que é bem significativo na história dos personagens, e afeta outros personagens no decorrer da história, surgindo teorias de que o Daryl (Norman Reedus) iria ter essa função, contar essa parte da trama e coisas do tipo, mas, ninguém esperada um desfecho como o da midseason finale, onde Carl é mordido por um Walker. Muita especulação é levantada sobre isso, como muitas teorias:

– Carl mordido por um dos sussurradores, um grupo dos quadrinhos que entra nesse arco.

– Carl sendo a cura (No estilo Guerra Mundial Z)

– A ferida não afetando a corrente sanguínea. (QUE?)

– Ser pegadinha tipo o Glenn (Steven Yeun) morrendo antes de morrer mesmo e sermos todos tapeados.

– Pedido de demissão do Ator.

O que temos de fato é uma entrevista onde o  próprio Chander informou que seu personagem morrerá mesmo.

‘’ Sim, Carl vai morrer. Não tem jeito dele sair dessa. Sua história definitivamente está chegando ao fim. Eu não esperava que o Carl sequer fosse morrer em algum momento. Mas resultará em um bom propósito para a história. Há ainda um pouco mais a ser contado da história de Carl – no episódio nove – e isso impacta Rick, Michonne e todo mundo. Apesar da história de Carl está chegando ao fim, ela ainda não acabou.  ‘’ Chander Riggs-  The Hollywood Reporter.

Além disso, ele cortou o cabelo…

Logo após o episódio acabar, o produtor já disse que seria definitivo…

”Aquela é uma mordida em um lado dele. Este é um momento muito solene, e eu estou tentando não soar… vai acontecer como as mordidas funcionam na série. Eu acho que a razão pela qual eu passo levemente por esse momento é que… vai funcionar exatamente como as mordidas funcionam” Scott M. Gimple – Talking Dead.

Não podemos chegar a nenhuma conclusão, pois eu sinceramente não quero aceitar a morte do menino Carl Poppa antes de ver isso claramente na tela, mas também não quero negar que isso pode acontecer, ou podemos ser feitos de palhaços. Independente do que acontecer, vai ser dolorido, pois o Andrew Lincoln (Rick Grimes) já disse que precisamos nos preparar.

“O começo da outra metade desta temporada é o episódio mais doloroso de que participei” – Andrew Lincoln – The Hollywood Reporter.

O que vocês estão achando da 8º temporada? Deixem aí nos comentários e compartilhem com seus amigos. Agora, só nos resta esperar.

Comic Con Experience 2017 | Então, valeu a pena?

Galera, faremos agora um breve (mas não tão breve assim) resumo e uma crítica do que foi a Comic Con Experience que ocorreu em São Paulo, dos dias 6 à 10/12 diretamente da São Paulo Expo. Eu e Beatriz visitamos a feira para conferir as atrações e os estandes. Dá só uma olhada, no que vimos por lá:

Comic Con Experience (São Paulo – 09/12/2017) – Por Luciano Vaz:

Pois é, galera! Terceiro dia de CCXP aqui em São Paulo, mas o primeiro para nós redatores aqui do O Mestre da HQ.  Eu e Beatriz acabamos de chegar no São Paulo Expo. Olho para fora da janela do carro e simplesmente vejo um mar de gente andando e correndo para chegar o mais rápido na feira. Muitos já estavam lá dentro, com seus colchonetes e mochilas embaixo do braço, dormindo na fila para conseguir o melhor lugar na plateia dos três auditórios espalhados pela CCXP para poderem ver seus ídolos nacionais e internacionais de mais perto e conferir as novidades exclusivas de cada painel exibido. Bem, não foi nosso caso… até o instante momento.

Chegando na São Paulo Expo, enfrentamos uma fila de aproximadamente 2 ou 3 mil pessoas! Sério, é isso mesmo o que estou falando! Mas tudo muito bem organizado e a galera super educada (não, não é deboche) esperando a sua vez de entrar.  Finalmente, conseguimos entrar nos pavilhões da São Paulo Expo e simplesmente fiquei emocionado de ver tudo aquilo lá dentro. Depois de alguns segundos retomo a consciência, e vejo minha namorada (vulgo, Beatriz) quase chorando de emoção em frente a um Sansão de quase dois metros de altura. Pra quem não sabe, o Sansão que me refiro, é aquele coelhinho azul da Mônica que o Cebolinha vive roubando. Pois bem, vamos tentar tirar uma foto com o Sansão? Vamos? Não, não vamos! Já tinha uma fila quilométrica e se ficássemos parados por lá esperando, estaríamos por lá, até agora e não teria saído essa crítica até hoje. Tentamos rodar a feira, para ver os estandes e conhecer um pouco mais daquilo tudo. E o que encontramos? Isso mesmo, FILAS! Paramos e pensamos bem: Temos dois dias para curtir e conhecer isso tudo. Enfrentar algumas filas não é nada, poxa!  E então vamos lá. Encontrei o estande da Universal Studios, tinha uma fila para tirar foto com as asas de Lúcifer, que tem o seriado com o mesmo nome no Universal. Nessa brincadeira “perdemos” quase uns 40 minutos. Mas nada que desanimasse a gente e assim foi por toda a feira! No estande da Ruffles, no estande da NETFLIX, no estande do Submarino e assim vai. Tinha até fila para ir ao banheiro! Mas é de praxe. Um evento enorme desses, com o número de gente que estava lá dentro, era de se esperar.

Mas enfim, depois de tanto elogiar, eu gostaria de fazer uma reclamação (pois é, nem tudo é perfeito). Depois de tanto rodar a feira e de andar pra lá e pra cá, tínhamos que descansar um pouco e o gordo aqui, obviamente, sente fome (mas não é constantemente, relaxe). Os preços das lanchonetes estão bem salgados, se assemelhando até mesmo ao uma lanchonete de aeroporto, onde um simples pão de queijo era R$ 1,00. O preço dos cardápios variam de R$ 25,00 até R$ 60,00. E isso, num simples combo de batata, refrigerante e hambúrguer. Acho que deveriam pensar mais um pouco mais na galera que não tem condições de pagar tudo isso e juntou seu suado dinheirinho pra comprar aquela tão sonhada action figure. Mas de resto, tudo ocorreu bem e foi simplesmente maravilhoso.

Por fim, aos 45 minutos do segundo tempo, conseguimos entrar no Auditório Cinemark, onde ficava as principais atrações do dia e conseguimos assistir ao painel da NETFLIX, com o elenco de Altered Carbon e logo em seguida com o pessoal de 3% (onde infelizmente, muita gente abandonou o painel). Logo em seguida como “castigo” para essa galera que saiu do painel e pra delírio dos que ficaram, foram exibidos cenas do último episódio e seu respectivo Making Of, para delírio de todos que permaneceram e para o choro daqueles que saíram…

Dá uma olhada agora na crítica aos olhos da Beatriz, do último dia de CCXP:

Comic Con Experience (São Paulo – 10/12/2017) – Por Beatriz Fonseca:

Último dia de CCXP! Todos que já participaram, dizem que sábado é o dia mais cheio, porém, ESTAVA LOTADO! Parecia o dobro de sábado, sinceramente. Foi um dia mais leve, onde se pode entrar em TODAS as milhares de filas para conseguir conhecer os estandes, ganhar os brindes, buscar preços, tirar fotos e coisas do tipo. O ruim de fazer tudo isso no último dia, é que os brindes acabam muito rápido, e você acaba ficando na fila à toa, como as crianças tentando voltar pra casa no Caverna do Dragão e nunca conseguem.

Sinceramente, eu esperava mais! É um festival, cheio de estandes e coisas pra ser ver, e isso é ótimo, mas, esperava mais. A atração do dia foram os painéis, como a da Netflix que teve o tio Will Smith. O que me lembra uma crítica, se você faz um evento para mais de 200 mil pessoas, por que faz uma sala para painel com menos de 10 mil lugares? NÃO FAZ SENTIDO! Ninguém precisa madrugar na fila para conseguir entrar, e sim, para conseguir bons lugares, isso é regra básica para uma prestação de serviço descente. Se você pagou, tem que ter direito a usurfruir do que é oferecido, pelo menos o mínimo de chance, pelo menos 10 % de lugares pelo número de ingressos vendidos, ou como disseram acontecer em outros anos, passar os conteúdos que não são exclusivos no telão gigante tem na entrada.

FILAS, FILAS, FILAS! Tudo que te falaram sobre as filas é verdade, porém, se você não conhecer o lugar primeiro, você nunca vai saber onde ir! Tem muita coisa boa que não tem filas imensas, e você consegue com mais facilidade. Exemplo: O estande de uma marca de café estava VAZIO, na frente da fila da loja do Harry Potter, que tinha uma espera estimada de 4 HORAS! Exatamente na frente, e só tinha 1 PESSOA NA FILA! E você não estava comprando, eles estavam distribuindo produtos. Isso mesmo, DE GRAÇA!

Concluindo, é um lugar libertador! Você se veste do que quiser, compra o que quiser, come o que quiser, ninguém te julga, ninguém briga por DC x MARVEL, ninguém critica seu gosto por Glee, e você conhece pessoas de muitos lugares que nunca ouviu falar, é incrível. Além de ter a oportunidade de ouvir coisas exclusivas nos grandes painéis, que você assiste no YOUTUBE depois da Comic Com San Diego que eu sei, e faz parte disso ao vivo, com os atores e produtores, é bem emocionante. Para terminar, fica aqui o meu apelo: LIBEREM MAIS ENTRADAS PARA A IMPRENSA! Tenho certeza que é impossível cobrir tudo sem muita imprensa envolvida.

Fiquem agora com uma galeria de fotos de tudo o que ocorreu nesses dois dias de CCXP, em que nós comparecemos. Um abraço!

Conheça “Santo”, Personagem chega para fazer companhia ao carro-chefe da Guará, O Doutrinador.

A hq Santo traz um médium que usa seus poderes paranormais contra falsos profetas.

Santo, criado por Luciano cunha e Gabriel Wainer, Arte de Mikhael RS e cores de Alzir Alves.

Na esteira do sucesso viral de O Doutrinador, A Guará Entretenimento lança nesta segunda-feira (18/12), seu mais novo produto, a hq SANTO. A trama mostra as aventuras de Salvador Sales, um homem que rejeita sua forte mediunidade desde menino, mas que ao presenciar um ataque a um centro de umbanda, perpetrado por uma sociedade secreta ocultista, decide usar seus poderes paranormais para investigar e combater os agressores racistas. Agindo sozinho, ele desmascara poderosos inimigos e abraça um ideal de luta contra falsos profetas e mercadores da fé.

A Guará, um misto de editora, núcleo criativo e produtora, nasceu durante o processo de adaptação do personagem carro-chefe da empresa, O Doutrinador, fenômeno que ganhará longa metragem e série live action em 2018.

Assim como O Doutrinador, um vigilante que caça corruptos, SANTO também traz muitos elementos bem brasileiros. “A missão da Guará é fazer uma imersão na alma brasileira, mostrar que somos excelentes contadores de histórias, como já dizia o mestre Flávio Colin. Temos talentos de sobra no país para tal.” contam Luciano Cunha e Gabriel Wainer, criadores dos personagens. “Vamos desbravar nossos mitos, nossas cidades, nosso povo e provar que, sim, podemos ter nossos heróis.”

Para produzir a hq, a Guará recrutou dois craques nacionais: o desenhista Alisson Borges, que assinará como Mikhael RS, e Alzir Alves, que vai colorir a obra. SANTO será disponibilizada para leitura gratuitamente na página da Guará no Facebook. Para aquele se interessar pode acessar a página aqui.